NASCIDOS PARA CORRER !!

Sejam bem vindos.
Espero que este Blog, possa trazer um bom conteúdo, se você chegou aqui é porque temos algo em comum: Amor a Corrida !
Giba Angelucci Junior
junior.angelucci@gmail.com

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Assim foi o mês de Agosto....



As realizações do mês de agosto foram abaixo das minhas expectativas, tanto em média de tempo quanto em quilometragem percorrida.
Mas mesmo assim consegui manter um foco dentro dos meus objetivos traçados.
Tais baixas posso relacionar ao fato de que fiquei aproximadamente 10 dias neste mês sem treino devido a uma conjuntivite logo após o dia dos Pais, o que diminuiu as minhas distâncias e meu desempenho quando retornei aos treinos e também ao fato de ter corrido a Meia Maratona de São Bernardo, com um pace acima de 6 minutos por quilometro...
Mas a luta continua...

Meus números.

Base Agosto de 2012
Distância Total Percorrida: 88,71km (Acima da média mensal de 2012)
Tempo Total Percorrido: 08H59M51S
Corrida mais longa: 21,1 Km, 10ª Meia Maratona Cidade de São Bernardo do Campo – 05 de Agosto.
Velocidade média do mês: 164,32 M/m – 9,86 Km/h
Ritmo médio: 06:05 min/Km ( 8 segundos em média maior que Julho/12 )
Dos 68 meses que pratico corrida, foi meu 9º melhor mês no meu ranking particular de corridas e treinos.

Participei das corridas:

- 10ª Meia Maratona Cidade de São Bernardo do Campo em 05 de Agosto
- 5ª Corrida Clube Atlético Aramaçan 10K em 19 de Agosto

Acumulado 2012
Distância Total Percorrida: 556,2 km ( Ainda abaixo da média anual )
Média Mensal : 69,53 Km
Tempo Total Percorrido: 56H28M51S
Corrida mais longa em 2012: 21,1 Km, 10ª Meia Maratona Cidade de São Bernardo do Campo – 05 de Agosto.
Velocidade média do ano: 164,25 M/m – 9,85 Km/h
Ritmo médio: 06:05 min/Km ( 10 segundos em média a menor que 2011 )

Acumulado Geral
Total Geral desde Janeiro de 2007 ( 68 meses )
Distância Total Percorrida: 3.986,20 km
Média Mensal na somatória dos anos : 58,62 Km
Média Anual : 664,37 Km
Tempo Total de Corridas e treinos: 404H39M07S
Corridas mais longas : 21,1 Km em 2011 e 2012 ( Meia Maratona de São Bernardo ).
Velocidade média anual: 164,73 M/m – 9,88 Km/h
Ritmo médio: 6:05 min/Km
Melhor mês de corridas : Jul/11 – 126,50 Km
Be Happy

terça-feira, 11 de setembro de 2012

120902 - 9ª Meia Maratona A Tribuna Praia Grande



No dia 02 de setembro, participei da 9ª Meia Maratona A Tribuna Praia Grande, e bem diferente do que venho fazendo nas ultimas corridas que participei, cheguei em cima da hora para correr.
Não tive problema para chegar ao evento, pistas livres para descer a baixada, local de fácil acesso e um bom local para estacionar (pra quem chegou cedo) fizeram que o evento antes da corrida já ganhasse vários pontos, tendo em vista que varias corridas chegar já um grande sacrifício, principalmente para quem está em cima da hora.
Cheguei aproximadamente 20 minutos antes da largada e deixei os meus pertences com o pessoal da assessoria esporte Lamartine, ao qual tenho vários amigos que correm por lá, e algumas poucas fotos depois, e uma passada rápida ao sanitário, já me dirigi à largada.
Eu para esta prova tinha o objetivo de correr bem, só isso... Mentira... Eu queria mesmo era baixar meu tempo em meia maratona, mais uma vez assim como fiz na Meia Maratona de São Bernardo do Campo, pois tudo dava conta de que isso poderia acontecer, percurso plano, eu estava bem treinado e fui com este objetivo sim, de baixar meu tempo de 02h12m54s.
Já na largada encontrei a Vilma e o Luizão e decidi ir no ritmo deles por um tempo pra já dar uma boa acelerada em meu objetivo, e fui percebendo que com o passar do tempo, eu conseguia acompanhá-los sem que me sobrecarregasse
A corrida estava espetacular, os 9 primeiros quilômetros, foram compostos de um retão, plano, quente, com um sol no rosto e uma sensação térmica de 30º e os pontos de hidratação a cada 3 quilômetros eram sempre bem vindos, e até esta altura, eu ainda acompanhava meus amigos, que faziam uma corrida leve para eles, mas para mim um ritmo ideal para conseguir baixar meu tempo, tendo em vista que até ali, minha média era de 5m52s de pace.
Após o 9º quilometro começou uma verdadeira corrida de sofrimento... Dei uma diminuída no meu pace, pois realmente estava muito quente, para quem não tem costume de treinar debaixo do sol como no meu caso, e essa diminuída, bateu a minha síndrome do 9º quilometro, começou a me dar um ar de que eu não iria conseguir chegar que esta muito longe de chegar ao fim, e quando apareceu uma placa da organização escrito – “ Parabéns, você esta no meio do percurso “ – aquilo foi um verdadeiro tijolo em cima das minhas costas, senti que faltava muito pra eu chegar, o calor aumentava, e comecei a caminhar em alguns pontos até chegar à Avenida da Orla da Praia, onde eu achei que ali eu iria recuperar-me e continuar a corrida no ritmo que eu vinha fazendo, já que neste momento eu não tinha mais nem em vista os “ meus coelhos “. Só que não consegui mais intensificar meu ritmo, fui praticamente trotando em todos os 9 Km finais da prova, vez ou outra dava uma acelerada, mas já diminuía, pois sentia demais o sol forte e o calor dali em diante percebi que o objetivo tinha de ser alterado, melhorar o tempo não dava mais, mas o objetivo agora maior era sim terminar, mas essa meia e aceitar que fui vencido pelo calor (fator que já me derrubou em outras corridas).
Para quem vinha fazendo em torno de 5m25s de pace nos quilômetros inicias, os 6m40s da orla da praia por quilometro corrido pareciam uma eternidade, e assim fui trotando até o cruzar da linha de chegada onde fechei minha prova em 2h18m46s.
Fico sim satisfeito pelo tempo que fiz, e mais ainda satisfeito por ter terminado a corrida, mesmo não conseguindo realizar meu objetivo principal para esta prova que Ra baixar meu tempo. Mas não tem problema, outros desafios virão, e ano que vem eu voto a Meia da Praia da Grande, pois este ano ela me quebrou, ano que vem é a minha vez de quebrá-la...

 
“A corrida me ensinou a nunca desistir
Nem ganhar, nem perder, mas sempre evoluir...”


Opinião Geral:

A Prova:
9ª Meia Maratona A Tribuna Praia Grande - http://www.triesportes.com.br/
Nota 5 ( escala de 0 a 5 ) - boa hidratação, água gelada a cada 3 Km em média, percurso sinalizado, kit bom, sem atropelo na largada.
Pontos Negativos da Prova: Nenhum.
Distância: 21,1 km – Asfalto.
Data/Hora: 02 de Setembro de 2012 - 08:00 hs  
Local:
Prefeitura de Praia Grande, Av. Presidente Kennedy, 9000 – Praia Grande/SP
Temperatura: Calor, 26º em média, ensolarado.
Camiseta: Azul Marinho, bom tecido e excelente desenho.
Medalha: Bonita e bem desenhada.
Kit da Corrida: Ótima qualidade.
Resultado na Web: http://www.triesportes.com.br/buscador.asp

Meu Desempenho:
Distância: 21,1 Km
Meu número de Peito: 2037
Tempo Total: 02h18m46s ( liquido ) 02h20m08s ( bruto )
Pace: 06:34 min/Km – (17s a mais que minha ultima prova de 21,1K)
Colocação Geral: 1336 / 1616 – 83%
Colocação Faixa Etária: 184 / 206  - 89%
Colocação Sexo: 1161 / 1324 - 88%
Tênis Utilizado: Sprint Tênis - Nylon Vermelho Grafismo Branco (6º corrida realizada – 82,2 Km)
61º Corrida Geral - 3º Nesta Distância - 10º no ano de 2012 – 1º vez nesta corrida  – 1º Neste percurso

Gostei:
de toda a corrida nos aspecto geral e da organização da prova.

Não gostei:
Nada que tenha identificado que possa dizer que não gostei

Be Happy

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Concurso cultural apoixonados por corrida

Salve Amigos.
A Iguana Sports está realizando um concurso cultural, com o título Apaixonados por corrida.



Para ganhar um tênis Mizuno.

-É só entrar na página da Iguana no Face (IguanaSports)
- Curtir
- E escrever a frase com o tema “ A melhor corrida da minha vida” 

Click na imagem abaixo e concorra....





Boa Sorte

terça-feira, 28 de agosto de 2012

UM PISO PARA CADA OBJETIVO


Certos tipos de pisos podem favorecer o surgimento de lesões. É o que mostra um estudo do Laboratório da Biomecânica do Movimento e da Postura Humana da Faculdade de Medicina da USP.
Cientificamente não existe um consenso sobre a real influência dos pisos no surgimento de lesões. Alguns estudiosos acreditam que não há diferença entre eles. Outros, afirmam que as variações existem e devem ser consideradas para a prevenção das lesões. "A questão ainda é controversa no meio científico, principalmente com relação à metodologia utilizada em cada caso. Existem trabalhos que apontam a capacidade do organismo em se adaptar à nova superfície já no primeiro passo. Desta forma, portanto, os pisos não seriam causadores de lesões. Outras pesquisas demonstram diferenças entre as superfícies, principalmente nas variáveis de força e pressão. As diferenças são pequenas, mas a comutatividade desta diferença é que pode ou não gerar o problema, associado a outros fatores", explica Vitor Tessutti, bacharel em esporte e integrante do Laboratório da Biomecânica do Movimento e da Postura Humana do Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP. Ele, inclusive, coordena um estudo que está comparando a corrida no asfalto, grama, concreto e borracha (pista de atletismo).
Os testes foram realizados com "corredores recreacionais", ou seja, aqueles que praticam o esporte com o objetivo de manter o bem-estar e a qualidade de vida, não como meio de sobrevivência. "O objetivo é identificar como os pisos podem influenciar na corrida, principalmente na questão das sobrecargas a que os pés são submetidos", conta Tessutti.
Segundo ele, basicamente o que vai diferenciar um piso de outro é a sua complacência (o contrário de rigidez) e a sua estabilidade. Tanto uma como outra característica podem ser favoráveis ou não a determinadas situações.
O especialista da USP teve um trabalho recentemente aprovado em um periódico de medicina esportiva da Austrália comparando a grama e o asfalto. "Encontramos diferenças consideráveis com relação à pressão que os pés fazem ao correr nestes pisos, principalmente na região externa do calcanhar. O piso mais rígido acabou provocando uma maior sobrecarga no calcanhar."

DESCOBERTAS DE IMPACTO. Impacto é a força que o solo "devolve" no momento de contato do pé com o solo. A cada toque do calcanhar no piso, parte desta força é recebida pelo corpo chegando até a cabeça, como uma onda. Quanto maior esta força, maior a necessidade do organismo em tentar absorvê-la, principalmente através da musculatura. A primeira estrutura corporal que recebe a maior parte deste golpe é o pé.
O impacto pode ser passivo (também chamado de primeiro pico da força de reação do solo) e ativo (segundo pico). O primeiro representa a força de reação que o organismo recebe passivamente, pois sua ação ocorre no momento de contato com o solo - até os primeiros 30 milissegundos de cada passo. "Neste curtíssimo espaço, não existe tempo hábil para os músculos serem acionados para tentar diminuir a magnitude desta força. Desta forma, o impacto atinge todos os tecidos (ósseo, ligamentos, tendíneo, muscular etc.). Como não têm proteção, estes tecidos estão expostos a esta força", diz o professor Vitor Tessutti. O segundo pico corresponde à mesma força, em um momento onde ocorre a propulsão. Esta é a fase onde os pés dos corredores passam a maior parte do tempo de sua interação com o solo. "Este é menos lesivo", completa o especialista.
No caso do impacto passivo, o que pode ajudar a diminuir o impacto é a escolha de um piso que não provoque uma força de reação elevada, mas a melhor opção é a utilização de um bom tênis, que poderá auxiliar na atenuação desta força, principalmente na velocidade em que ela ocorre. O grande papel do tênis é exatamente diminuir a velocidade de ocorrência do primeiro pico.
UM PISO PARA CADA OBJETIVO. É natural imaginar que quanto mais rígida for uma superfície, maior a tendência de causar lesões, principalmente se os treinos nesse piso forem freqüentes. "Aqui a 3ª Lei de Newton é a base para o entendimento. Ou seja, toda ação que for feita no piso será devolvida na mesma magnitude. No caso da corrida, se fossem dois corpos rígidos - a perna e o solo - a complicação para o organismo seria bem maior. Como temos o calçado, cujo material permite certa complacência, e a seqüência de articulações do pé, tornozelo, joelho e quadril, que realizam um restrito movimento após o contato do pé com o solo, esta magnitude não é a mesma. Mas no caso de uma superfície rígida, parte do sistema não cede ao toque. Assim, quanto mais rígida uma superfície, maior a força de reação do solo, portanto, maior a necessidade de amortecimento por parte do organismo", analisa Vitor Tessutti. Daí que se o organismo não for capaz de amortecer o impacto, maior a sobrecarga que as articulações terão que suportar - e maior as chances de problemas.
Qual seria, então, o melhor piso para treinar? Na verdade, segundo os especialistas, para cada objetivo se tem o mais adequado. Se a idéia, por exemplo, for melhorar o tempo, buscando desempenho, a melhor opção seria um piso mais estável e com uma maior rigidez, como asfalto ou concreto. Para um treino recuperativo, seria interessante um piso mais complacente, como a grama, principalmente para preservar estruturas articulares após uma prova ou treino muito intenso. Caso o corredor pretenda desenvolver a força, uma boa possibilidade é a utilização da areia fofa. "Mas vale lembrar que na areia fofa o principal problema é a exigência muscular que ela gera em grandes distâncias", diz Vitor Tessutti.

OS PRÓS E CONTRAS DE CADA PISO
Grama: Piso de característica macia, sua altura influencia o gasto energético e também o consumo de oxigênio (quanto mais alta, maior o consumo). Sua composição permite que ao pisar, o espaço entre as folhas e a terra sobre a qual está plantada seja um atenuador do impacto, além das próprias folhas que promovem o amortecimento. Sua desvantagem é a grande chance de existência de buracos, degraus em função das raízes das árvores, que podem causar lesões por traumas, principalmente a torção de tornozelo, e quedas.
Pista de atletismo: Composto por camadas de borracha que permitem certo amortecimento sem comprometer a propulsão. Piso seguro também em função de sua regularidade na superfície, diminuindo bastante as chances de algum trauma.
Esteira: Quando de boa qualidade possui um deck de madeira com apoios laterais, o que permite que essa estrutura ceda a cada passo, muito mais que qualquer piso, favorecendo o bom amortecimento. As mais modernas aliam apoios de borracha ao deck de madeira, que aumentam a resistência do conjunto.
Cascalho (ou pedrisco): Permite uma grande dissipação do impacto em função das pedras não estarem fundidas como ocorre no concreto. Os movimentos das pedras ao serem pisadas fazem com que a força de reação de cada passo seja dissipada. A contrapartida é verdadeira no momento da propulsão, pois ao realizar o apoio nesta fase da pisada, parte desta força se dissipa pelo mesmo motivo anterior.
Areia: Quando fofa tem uma grande capacidade de absorção, mas ao mesmo tempo uma exigência muito grande no momento da propulsão. Deve ser utilizada quando se tem como objetivo o desenvolvimento da capacidade de força na corrida. Como amortece muito, o piso não devolve a força na mesma magnitude. E em função disto, na fase de propulsão, o corredor tem que compensar a falta de retorno da força, efetuando-a diretamente no piso, a cada passo - caso não o faça, fica impossível dar continuidade à corrida.
Terra batida: Piso de rigidez intermediária que também tem o risco da instabilidade em função da irregularidade da superfície.
Asfalto: Superfície mais utilizada para a corrida, de característica dura. A composição de várias camadas em sua construção permite certo "amortecimento" comparado ao concreto. O principal cuidado que se deve ter é não realizar a corrida próxima ao meio-fio, que pode sobrecarregar as estruturas ligamentares dos tornozelos e joelhos, principalmente do membro que está mais perto da calçada, em função da inclinação, para escoamento das águas.
Concreto: O mais rígido dos pisos pode apresentar rigidez 300 vezes maior em comparação com um piso de borracha, por exemplo. Não é dos mais indicados para a corrida, principalmente as longas.
O ESTUDO DA USP
O sistema utilizado pelo Laboratório da Biomecânica do Movimento e da Postura Humana da USP é chamado Pedar (e é da marca Novel). "Ele utiliza palmilhas (com sensores capacitivos) como meio de medição, e por este motivo é um aparelho que permite uma similaridade muito grande com a corrida que fazemos na rua", explica Vitor Tessutti.
Além disso, por ter uma tecnologia que proporciona a transmissão dos dados via radiofreqüência, promove maior liberdade de movimentos. Por este motivo também, permitiu que os pesquisadores efetuassem o estudo em ambiente de treino, não havendo necessidade de montar pisos diferenciados no laboratório. "Basicamente ele mede a pressão que o pé faz nestas palmilhas. Como elas são colocadas entre o pé e o calçado, medem a sobrecarga a que o pé é submetido. Apresentam ainda outras informações como a área que o pé utilizou em seu apoio, a forma como o passo está sendo realizado, pois podemos captar informações a cada 10 milissegundos, o tempo que o pé manteve-se em contato com o solo e outras variáveis relacionadas à pressão e a força", completa.

Material retirado do estudo do Laboratório da Biomecânica do Movimento e da Postura Humana da Faculdade de Medicina da USP, por Vitor Tessutti.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

120819 - 5ª Corrida Clube Atlético Aramaçan 10K


Quem disse que precisa ser um mega evento para ser uma excelente corrida?
Sim... Posso começar assim este relato, pois no domingo 19 de agosto de 2012 participei da 5ª Corrida Clube Atlético Aramaçan 10K, e posso garantir que a prova e a organização do evento deixou muitas organizadoras de corridas para traz.
Como tenho feito nas ultimas provas cheguei cedo ao local e isso tem suas vantagens, bater papo e rever amigos (Nelson, Tiago, Wagner, Norberto), muitas fotos, alongar, aquecer (mentira quase nunca alongo e aqueço), mas de qualquer forma é bem mais interessante do que chegar em cima da hora e ficar naquele stress todo por que já esta largando, etc.. etc..etc...
A recepção da prova dentro do saguão do Clube Atlético Aramaçan, foi um bom refugio para ficarmos antes da largada, tendo em vista que estava frio mesmo com o sol que fazia.
Para esta prova eu tinha sim um objetivo em mente... Fazer ao menos o mesmo tempo que havia feito nas duas ultimas provas de 10K que realizei a 10K Brasil Montevérgine Caixa e a 17ª Corrida Corpore Bombeiros 10K (58M33S), em conversa com o Nelson, ele disse que ia fazer a prova bem mais tranqüilo, pois estava com dores no joelho, com isso já pensei:
- O ritmo dele é bem maior que o meu, mas se ele vai fazer tranqüilo é bem provável que eu consiga acompanhá-lo.
A largada teve um pequeno atraso, mas nada que fizesse com que a prova perdesse o prestigio e a bela imagem que deixou, e após largarmos, fui mantendo o mesmo pace que o Nelson e o Tiago e na passagem do primeiro para o segundo quilometro, o Tiago disse que iria diminuir e reduziu a velocidade, e assim continuei firme ao lado do “coelho”.
O percurso da prova estava impecável, sinalizado, água bem gelada a cada 2,5 km em média, trafego livre, poucos corredores e com o clima ensolarado, porém agradável para a pratica da corrida.

Próximo ao quaro quilometro, senti um leve desconforto no tornozelo, mas nada que pudesse me deixar fora da prova ou que pudesse me abalar, e logo também sumiu e não senti mais nada, e continuei firme acompanhando o Nelson, fazendo-me média um pace de 5:35 por quilometro.
Nas proximidades do nono quilometro, o Nelson disse iria dar uma arrancada no final, só que eu não teria gás para acompanhá-lo e com um simples aceno de mão, ele acelerou e eu tentei continuar o mesmo ritmo que eu estava mantendo pra poder chegar já abaixo do meu esperado.
Assim finalizei a prova com o tempo liquido de 55m15s, fechei 3m18s abaixo da minha ultima prova, mas não superei o meu melhor tempo nesta distancia que é de 54m16s.
Nesta prova vários foram os fatores que posso deixar como pontos positivos, pois cumpri meu objetivo, a prova foi muito bem organizada, um percurso muito bom de correr, e ainda tive a oportunidade de ver meu cunhado Wagner, subir ao pódio e ser premiado com a 3º colocação geral de sua categoria.
Mais uma vez usei o meu Sprint Tênis, que Mais uma vez não me deixou na mão, e representei a comunidade 100boleto nas ruas de Santo André, onde fui questionado por alguns corredores sobre o grupo.

A minha próxima corrida será a 9ª Meia Maratona A Tribuna Praia Grande...

“A corrida me ensinou a nunca desistir
Nem ganhar, nem perder, mas sempre evoluir...”


Opinião Geral:

A Prova:
5ª Corrida Clube Atlético Aramaçan 10K (http://www.aramacan.com.br/)
Nota 5 ( escala de 0 a 5 ) - boa hidratação com água gelada a cada 2,5Km em média, percurso sinalizado, kit bom, sem atropelo na largada.
Pontos Negativos da Prova: Um pequeno trecho de aproximadamente 400 mts de paralelepípedo.
Distância: 10 km – Asfalto / Paralelepípedo.
Data/Hora: 19 de Agosto de 2012 - 08:00 hs ( atrasou 10 minutos )
Local:
Clube Atlético Aramaçan – Santo André /SP
Temperatura: Agradável,  20º em média, ensolarado.
Camiseta: Branca, bom tecido e muita publicidade nas costas.
Medalha: Bonita e bem desenhada, com o logo do Clube em uma face e a citação da prova na outra.
Kit da Corrida: Simples, porém de boa qualidade.
Resultado na Web:
http://www.webrun.com.br/home/conteudo/eventos/resultados/id/4231/resultado/5127

Meu Desempenho:
Distância: 10 Km
Meu número de Peito: 160
Tempo Total: 00h55m15s ( liquido ) 00h55m30s ( bruto )
Pace: 05:31 min/Km – (20s menor que minha ultima prova de 10K)
Colocação Geral: 260 / 482 – 54%
Colocação Faixa Etária: 90 / 159  - 57%
Colocação Sexo: 240 / 410 - 58%
Tênis Utilizado: Sprint Tênis - Nylon Vermelho Grafismo Branco (5º corrida realizada – 61,1 Km)
60º Corrida Geral - 29º Nesta Distância - 9º no ano de 2012 – 1º vez nesta corrida  – 1º Neste percurso

Gostei:
de toda a corrida nos aspecto geral e da organização da prova.

Não gostei:
Nada que tenha identificado que possa dizer que não gostei

Be Happy