NASCIDOS PARA CORRER !!

Sejam bem vindos.
Espero que este Blog, possa trazer um bom conteúdo, se você chegou aqui é porque temos algo em comum: Amor a Corrida !
Giba Angelucci Junior
junior.angelucci@gmail.com

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Adriano Bastos vence Maratona da Disney e fatura o heptacampeonato


O brasileiro Adriano Bastos confirmou o favoritismo e venceu no último domingo (10) a Maratona da Disney, em Orlando, Flórida, pela sétima vez, sendo a sexta consecutiva. O atleta já entrou para a história da competição como o maior vencedor e tem como meta conquistar 10 vitórias.Desta vez a largada foi mais cedo do que de costume, às 5h40, momento em que ainda era noite em Orlando, com frio de quatro graus negativos e sensação térmica de menos 12 graus. Bastos não teve vida fácil como nos anos anteriores em que liderou praticamente de ponta a ponta, já que um brasileiro e dois americanos o acompanharam nos primeiros quilômetros sempre colocando pressão.A partir do quilômetro 17 (11ª milha) o americano Jay Lumpkins abriu em relação aos adversários, mas Adriano não deixou que ele escapasse muito, já que na passagem do quilômetro 25 apertou o ritmo e ultrapassou o também brasileiro Fredison Costa e mais um americano.Pouco depois ele assumiu a liderança, mas por pouco tempo, já que Fredison deu o bote para cima de seu compatriota e se manteve na frente até o quilômetro 35. Ao ver que o título poderia escapar, Adriano encontrou forças para acelerar e alcançar o primeiro lugar, posição que manteve até cruzar a linha de chegada com 2h22min08, seu tempo mais alto em todas as edições da Maratona americana."Hoje foi uma prova diferente do que estou acostumado, pela primeira vez sofri a pressão de atletas ao meu lado e justo num dia em que a temperatura não ajudou em nada, estava um frio absurdo durante toda a prova, o maior dentre todas as edições”, desabafa o heptacampeão. “Devido ao frio e o corpo mais travado, o tempo também acabou sendo bem mais alto que o normal”, completa.O público presente aplaudiu muito o brasileiro, que mais uma vez cruzou a linha de chegada com uma bandeira do Brasil e outra dos Estados Unidos nas mãos. “Foi uma vitória sofrida, mas estou muito feliz com este resultado. Não tem explicação o que se sente vencendo a mesma prova pela sétima vez, ainda mais aqui que e pura diversão”, relata Bastos que se diz aliviado por ter correspondido às expectativas da torcida.Após tanto esforço e dedicação ele ficará uma semana em Orlando na companhia de sua esposa para curtir as atrações dos parques temáticos. Essa é a única semana do ano em que ele fica sem treinar e tem como única atividade física andar pelos parques.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Correr ou Andar, o que é melhor ????


Por Dr. Nabil Ghorayeb
Essa tem sido a pergunta mais freqüente dos últimos tempos! Do ponto de vista cardiovascular, qualquer exercício físico é útil e, inúmeras pesquisas pelo mundo comprovaram que pelo menos 30 minutos diários de atividade física moderada, ou seja, trote (60 metros por minuto) na maioria dos dias da semana (quatro a cinco dias) resulta em enorme benefício para o coração. Além disso, associar o fortalecimento muscular ao treino aeróbico melhora ainda mais a condição do praticante.


A diminuição do risco de um ataque cardíaco se aproximou dos 35% nos praticantes regulares de exercícios físicos moderados, por cinco anos. Essa importante informação científica foi divulgada pelo Ministério da Saúde dos EUA (NIH), fazendo com que a prática de atividade física fosse incentivada em vários países. E, para os idosos com mais de 75 anos a prática do andar lento e regular, mudou completamente a qualidade e até a quantidade de vida deles.

Uma pesquisa realizada no Havaí por mais de 20 anos, com descendentes de japoneses que lá vivem, comparou idosos ativos com sedentários e concluiu que os ativos viviam muito mais e melhor. Desde o ano 2000, a Federação Mundial de Cardiologia (World Heart Federation) recomendou que fosse estimulada a atividade física simples como a caminhada acelerada para todos. Ela não exige treinamento, técnica, equipamentos ou instrutores e nós cardiologistas brasileiros seguimos essa recomendação.

E a corrida? A resposta é: desde que você esteja em boas condições médicas poderá ser praticada. Os benefícios cardiovasculares são os mesmos da caminhada acelerada, porém alguns cuidados devem ser tomados para diminuir os riscos de problemas ortopédicos e cardiovasculares e, sem dúvida é necessária avaliação e orientação médica prévias.

Para aqueles que têm antecedentes familiares diretos e pessoais com alguma doença cardiovascular, idade superior a 40 anos (homens) e 45 (mulheres), indicamos consulta especializada, eletrocardiograma, teste ergométrico realizado por cardiologista, além de alguns exames de laboratório. Se for só caminhar sem correr, não há necessidade de teste ergométrico e, para os adolescentes e jovens, não atletas, basta uma consulta especializada e eletrocardiograma e alguns exames de laboratório.

Para os caminhantes e corredores, mais algumas recomendações gerais:

1. Ao ar livre, escolha lugares sombreados e arejados, de preferência longe da poluição dos escapamentos dos veículos;

2. Proteja-se do sol, usando camisetas permitam suar naturalmente, evitando a desidratação provocada por vestimentas de poliéster/nylon;

3. Nunca saia em jejum, coma uma fruta ou algo leve e tome muita água aos goles;

4. E, não esqueça, antes e durante sua caminhada ou corrida, use um calçado em bom estado e com ótimo amortecedor.

Devo lembrar que, as crianças devem ser estimuladas a praticar atividades físicas, porém esta prática deve ser mantida pela vida toda. O indicado para as crianças são esportes coletivos pelo maior e melhor convívio com outros. O esporte individual para a criança não é ruim, porém requer um acompanhamento e orientação mais cuidadosa da família e do técnico, para obter-se uma boa formação psicológica. Ótimos jogadores iniciantes, pela cobrança da família e amigos, viraram jogadores apenas medianos quando adultos. Portanto, até os 12 anos estimular os esportes coletivos além do individual é o ideal, pois como os resultados serão divididos nesse ambiente aparecerão futuros líderes.

ATENÇÃO: os benefícios para a saúde, adquiridos na prática da atividade física regular, só serão mantidos caso ela seja regular e não por curtos períodos. Não existe “poupança de benefícios do exercício físico” para o futuro. Esportistas jovens que depois se tornaram sedentários tiveram a mesma porcentagem de doenças cardiovasculares dos nossos criticados sedentários, os que nunca haviam praticado um esporte antes!

Autor: Dr. Nabil Ghorayeb, Doutor em Cardiologia pela FMUSP e Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Coquinho - " Esperava mais dos brasileiros "

Empresário e treinador de um grupo de atletas africanos no Brasil, Moacir Marconi, mais conhecido como Coquinho, ficou decepcionado com o desempenho dos brasileiros na edição de 2009 da Corrida Internacional de São Silvestre, disputada em São Paulo na última quinta-feira.
"Na verdade, eu esperava um pouco mais dos brasileiros. Não sei o que aconteceu e competição é competição. A gente nunca pode prever muita coisa. Mas eu esperava um pouquinho mais do que eu vi", declarou Coquinho, que também já disputou algumas edições da São Silvestre. Apontado como principal esperança do Brasil na prova, Franck Caldeira chegou apenas na 23ª colocação (47min55s). Giomar Pereira da Silva, também cotado ao pódio, terminou na 42ª posição (49min20s). "Ou seja, eles apenas completaram a corrida", pontuou Coquinho.
Pelo segundo ano consecutivo, o pódio da prova masculina da São Silvestre não contou com representantes do Brasil. O queniano James Kipsang venceu com o tempo de 44min40s, seguido por uma dupla compatriotas. Para completar o grupo dois cinco melhores, dois colombianos chegaram na sequência.
Na prova feminina, no entanto, o Brasil foi maioria no pódio. Treinada por Coquinho, a queniana Pasalia Chepkorir ganhou ao registrar 52min30s. Depois da sérvia Olivera Jevtic, Marily dos Santos repetiu o resultado de 2008 e foi a terceira colocada (53min35s). Maria Zeferina Baldaia e Cruz Nonata da Silva completaram o grupo.
Desta forma, o trio de brasileiras superou concorrentes de peso como a etíope Derartu Tulu, dona de duas medalhas de ouro olímpicas nos 10 mil metros e campeã da São Silvestre de 1994, e a queniana Margarete Okayo, que triunfou na edição de 2003 da prova paulistana e tem dois troféus da Maratona de Nova York.
"Não me surpreendi com o desempenho das brasileiras. A Marily colocou a São Silvestre no calendário e mostrou que o Brasil tem qualidade. Não tem esse negócio de ser estrangeira ou não. Ela veio, fez o trabalho dela e foi terceira", disse Coquinho.

Kipsang promete fazer 43min10s e bater recorde de Tergat

Campeão nas temporadas de 1995, 1996, 1998, 1999 e 2000, Paul Tergat é o único a reunir cinco títulos da Corrida Internacional de São Silvestre. Em sua primeira vitória, o queniano cravou 43min12s, marca que permanece imbatível. Depois de vencer a edição de 2009 da prova, James Kipsang passa a mirar os feitos do compatriota.
Em 2008, ele venceu a São Silvestre logo em sua primeira participação. Um ano depois, repetiu o feito na capital paulista. Em 1996, temporada em que conquistou o bicampeonato, Paul Tergat tinha 27 anos. James Kipsang, por sua vez, festejou o segundo título com um ano a menos.
"Eu acho que é possível, porque é minha segunda vez aqui. Em 2009, eu não estava muito confiante para vencer e consegui. No meu calendário desse ano, vou ter tempo suficiente para treinar para essa prova. Se me convidarem, eu volto contente para tentar ganhar de novo", disse o queniano no primeiro dia de 2010.
Questionado sobre o recorde estabelecido por Tergat há 15 anos, ele simplesmente prometeu batê-lo. "Eu acho que é possível. Se estiver bem treinado, posso fazer isso. É possível fazer 43min10s. Eu vou fazer!", disse Kipsang no saguão do hotel que abrigou os atletas de elite e seus treinadores.
Ex-recordista mundial de maratona, Paul Tergat conta com três dos cinco melhores tempos da história da São Silvestre. James Kipsang, por sua vez, reúne o 13º e o 14º melhores tempos, atrás de brasileiros como Marilson Gomes dos Santos, Franck Caldeira, Ronaldo da Costa e empatado com Emerson Izer Bem.
O mesmo atleta não vencia a São Silvestre em dois anos consecutivos desde que Paul Tergat foi tricampeão nas temporadas de 1998, 1999 e 2000. Depois de conquistar o bicampeonato da prova paulistana, James Kipsang se prepara para participar de uma Meia Maratona em Porto Rico no começo de fevereiro.

Os 15 mais da São Silvestre

01 43min12s Paul Tergat (QUE) 1995
02 43min20s Simon Chemwoyo (QUE) 1993
03 43min49s Marilson Gomes (BRA) 2003
04 43min50s Paul Tergat (QUE) 1996
05 43min57s Paul Tergat (QUE) 2000
06 44min04s Arturo Barrios (MEX) 1991
07 44min07s Franck Caldeira (BRA) 2006
08 44min08s Simon Chemwoyo (QUE) 1992
09 44min11s Ronaldo da Costa (BRA) 1994
10 44min15s Tesfaye Jifar (ETI) 2001
11 44min21s Marilson Gomes (BRA) 2005
12 44min35s Paul Tergat (QUE) 1999
13 44min40s Emerson Izer Bem (BRA) 1997
13 44min40s James Kipsang (QUE) 2009
14 44min42s James Kipsang (QUE) 2008

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

F E L I Z N A T A L

O Blog Correndo pela Cidade deseja a você os melhores votos de paz, saúde e boas festas, queremos que você continue sempre com essa alegria, com esse companheirismo, que você continue nos prestigiando com a sua preferência, atenção e suas visitas ao Blog, pois só assim, teremos motivos para continuar sempre buscando o melhor. Boas festas, que nesse final de ano, você possa somar todas as alegrias e possa dividir o seu entusiasmo de ser feliz sempre, somos privilegiados porque contamos com a sua amizade e preferência, com seu apoio, com sua opinião. É com muito prazer que atendemos a amigo, corredores, e visitantes em geral e em especial você, a nossa meta é oferecer sempre o melhor. Receba o nosso carinho, o nosso muito obrigado por tudo e tenha boas festas neste final de ano.




FELIZ NATAL A TODOS

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

2010 - Começar de novo ( o assalto anúnciado )

Salve Amigos !
O fim do ano está próximo, e assim já estamos nos preparando para o ano de 2010 !
Após um periodo turbulento em 2009, onde uma tendinite patelar me deixou de molho, estou voltando com vontade e coragem e pretendo em 2010 cumprir todos os objetivos deixados para trás.... e assim cumprir meu " script " de corridas, agora um pouco mais pesado, mas vou perder de novo essas gosrdurinhas chatas .....
Bom, nesse ritimo de virada de ano e tal, e sem perder tempo a Copore lançou o calendário de 2010, e já estão abertas as inscrições para 3 corridas.

Porém algo me assustou .... !

Os valores das inscrições... as inscrições para as corridas estaram divididas da seguinte forma,
Até o dia tal , associados pagam R$50 e não sócios R$65. Após essa data, será R$55 para sócios e R$70 para não sócios, ou seja um aumento de R$. 20,00 ( 40% ) para cada corrida, para quem não é sócio, sendo assim a vantagem é fazer a associação junto a eles e tentar correr o máximo de corridas pela Corpore...... boa jogada CORPORE, mas muita sacanagem, com as pessoas que as vezes tira de onde nem pode pra conseguir realizar uma corrida e ter esse prazer de receber um kit de participação ao final do evento....
Quem me derá ter um aumento de 40% em meu salário......
Se continuar nessa batida, em poucos anos teremos um esporte elitizado, e assim teremos de administrar novas formas de garantir nosso esporte !

Segue o calendário.


Algumas corridas já tradicionais com inscrições abertas.

10/01 - Corrida de Reis em São Caetano do Sul ( 10 km )

17/01 - Circuito do Sol ( Etapa SP ) mesmo circuito das estações ( 10 km )

25/01 - Troféu Cidade de São Paulo ( 10 km )

31/01 - Volta ao Cristo ( Poços de Caldas / MG ) ( 16 km )

21/03 - Abertura do Circuito Corpore de Corridas ( USP ) ( 11km ) .

27/03 - Ultramaratona 24h AMAN ( Rio de Janeiro )

11/04 - XI Meia Maratona Corpore Internacional da Cidade de São Paulo, ( Usp ) ( 21,1 Km )

Be Happy !

domingo, 13 de dezembro de 2009

Corra bem na 3º Idade

A corrida sempre foi uma boa opção para os praticantes de esportes. Aqui vamos falar especialmente daqueles que já estão nos 50! Embora a velocidade já não seja a mesma que anteriormente, a vantagem é que você pode ainda manter a força em eventos de distância.
"A corrida é o que motiva a minha alma, e o meu dia", afirma Sharon Barbano, 54, que corre há mais de três décadas e em seu auge ganhou a maratona da Finlândia e, no ano seguinte a maratona de Long Island. Barbano, que treina instruída por um personal trainer duas vezes por semana é muito consciente do que ela tem de fazer para manter-se treinando bem nas próximas décadas. "Longevidade depende da proteção de seu corpo pela força e treino", afirma. "Muitas pessoas que treinavam comigo na década de 70 já pararam de treinar."
Outro estudo realizado com corredores com idade entre 40 e 70 anos mostrou que alguns tinham poder de perna semelhantes. Depois dos 70 houve uma diminuição – porém 20 anos mais tarde do que aconteceu em pessoas sedentárias. Estudos também mostraram que os atletas têm menor índice de depressão, estresse e fadiga do que aqueles que não praticam atividades físicas, isso de acordo com o especialista em medicina desportiva, o americano Walter Bortz.
Em notícia ainda melhor, o Dr. Bortz realizou um estudo que encontrou alto nível de satisfação sexual correlacionado com a corrida aos 50 anos e até em praticantes mais velhos. Em contrapartida, as corredoras estão mudando os destinos da década. A idade média da menopausa é aos 51 anos, e durante essa fase, as mulheres podem perder até 90 % de estrogênio, o que faz com que a massa óssea se solte de 2% a 5% por ano em cinco anos após a menopausa, aumentando o risco de osteoporose. Embora a corrida ajude a regular as oscilações de humor da menopausa, quando realizada por si só não pode impedir a perda óssea. "A influência da menopausa é além do que o treinamento pode superar", diz o cientista Steven Hawkins, pH.d., entretanto salientando que ao treinar você poderá ajudar solidificar seus ossos.
Já os homens têm decididamente mais vantagens: por volta dos 80 anos eles perderam em média 20 % da massa óssea contra 40% das mulheres, um número muito maior. Ainda assim, a corrida é um grande antídoto. "Osteoporose não acontece exclusivamente em relação à qualidade do osso", diz o especialista. "É também sobre a qualidade do músculo que rodeia o osso. Se seus músculos são trabalhados, você terá menor probabilidade de cair e quebrar um osso. Dr. Bortz sugere também a prática da ioga ou do Tai Chi como complemento, ou até mesmo uma técnica mais simples como fechar os olhos e ficar em um pé por 30 segundos. "Estas atividades também podem fortalecer seus músculos do tronco e evitar a dor nas costas", completa.
Por isso, mantenha seu ritmo na primavera, praticando passadas que reforçam seus pés principalmente para melhorar a mobilidade em suas articulações.
Para os cinqüentões, boa corrida!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Casal se casa durante corrida de 12,8 km na praia

Do G1, em São Paulo
'A corrida foi o que nos manteve juntos', destacou David Schieferly.Casamento inusitado foi realizado no sábado no estado da Flórida.
Um casal decidiu se casar de uma forma inusitada no último sábado (5) no estado da Flórida (EUA). David Schieferly e Isabelinda Reyes disseram "sim" durante uma corrida de 12,8 quilômetros na praia, segundo a emissora de TV "NBC Miami".

David e Isabelinda decidiram se casar durante a corrida, porque foi dessa forma que eles se apaixonaram. "A corrida foi o que nos manteve juntos", disse Schieferly, destacando que o casal escolheu Robert Kraft, conhecido como “The Raven”, para celebrar a cerimônia. Kraft se tornou um ícone de Miami ao correr como "Forrest Gump", personagem do filme homônimo vivido por Tom Hanks. Ele corre 12,8 quilômetros todos os dias há 35 anos. David Schieferly e Isabelinda Reyes fazem parte do grupo que o acompanha nos treinos. Segundo Isabelinda, as pessoas que participam da corrida se tornaram uma família para eles e, por isso, o casal optou por realizar a cerimônia de casamento ao lado das pessoas com quem correm quase todos os dias.
Que sejam felizes :)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Técnicas para corridas de longa distância

Por: Prof. Dr. Joaquim Grava
A corrida de longa distância exige do atleta diferentes métodos para as diversas superfícies. Isso porque a inclinação do tronco durante a corrida varia no ângulo de 5º a 9º nos corredores de longa distância. Nos corredores de velocidade é de 25º e nos corredores de meio-fundo 15º. Os movimentos corretos na passada são importantes para que não ocorram complicações durante o treinamento, podendo causar lesões.
Para que não ocorram problemas desse tipo, os cuidados começam na base: os pés! Eles são as primeiras estruturas que entram em contato com o solo e acabam absorvendo o impacto das passadas. Por isso, eles podem não suportar o desgaste e sofrer vários tipos de lesões. Com a corrida, há sobrecarga de forças geradas pela ação da gravidade (peso corpóreo sobre o solo) e o contrário a essa força, ou seja, do impacto do solo sobre os pés.
Na corrida de longa distância, as lesões mais freqüentes são as de estresse ou de sobrecarga, tais como fraturas de estresse, tendinites, fascite plantar, síndrome do estresse tibial medial, síndrome do trato ílio-tibial, entre outras.
Uma das principais lesões é a fratura por "stress", que representam 4,7% a 30% das lesões encontradas em corredores, encontradas na maioria na tíbia (49,9%), ossos do tarso (25,3%), metatarsos (8,8%), fêmur (7,2%), fíbula (6,6%), pelve (1,6%), sesamoides (0,9%) e coluna (0,6%). Geralmente surge no início da temporada em que o atleta encontra-se sem preparo físico ou com mudanças de superfícies de treinamento, calçado inadequado para determinado tipo de solo, erros na periodização de treinamento, distúrbios anatômicos, biomecânicos, nutricionais e hormonais. Portanto, um bom calçado para cada tipo de corrida ameniza o problema. Alguns problemas podem ser prevenidos com o uso preventivo de palmilhas, órteses, entre outros, para proporcionar o alívio da dor, sem que você precise parar de correr.
Será um grande prazer destacar aqui nesse espaço, novas técnicas de corrida, como prevenir as lesões e quais os cuidados iniciais no caso em que as lesões eventualmente ocorram.
Não esqueça, o mais importante é saber se movimentar com saúde!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Flexibilidade, Alongamento e Exercícios

A mobilidade é de fundamental importância para execução qualitativa e/ou quantitativa de movimentos, pois o indivíduo que apresenta uma flexibilidade geral boa, isto é, ser capaz de movimentar-se normal e livremente em todos os seus arcos articulares, é um individuo mais apto e menos propenso a lesões musculares.
A preparação adequada às exigências de cada modalidade esportiva, atua de forma positiva e complexa, sobre o desenvolvimento das demais qualidades físicas e das habilidades técnicas desportivas. "Com maior mobilidade, exercícios de grande amplitude podem ser executados de forma mais forte, mais rápida e mais contínua".
Desta maneira, o treinamento da flexibilidade é um elemento que não pode ser substituído no processo de preparação. Além dessas importantes considerações, a mobilidade assume outras funções de grande valor nas modalidades esportivas:

a)provoca um aumento na capacidade mecânica nos músculos e nas articulações, permitindo um aproveitamento mais econômico de energia durante o esforço – Técnica.

b)É um fator preventivo contra acidentes desportivos quando a musculatura é exigida até seus limiares funcionais. Nestes casos utilizam-se os exercícios de alongamento como prevenção de lesões e contusões nas estruturas envolvidas.

c)No sentido psicológico de um ajuste ideal no treinamento; se os músculos e tendões não causam problemas, então a atitude mental em relação a um treinamento mais duro e de maior duração é positiva.

d)Propicia um aumento na capacidade de relaxamento da musculatura, facilitando o estiramento dos músculos de um indivíduo que apresenta um tônus muscular aumentado.

As sessões de flexibilidade se tornam a cada dia mais presentes no treinamento diário, principalmente no desporto de alto nível, o que possibilita ao atleta um aprimoramento de sua performance.

Os exercícios de flexibilidade, devem ser realizados periodicamente tanto para atletas, como já mencionei, como para pessoas que praticam esporte por questões de saúde.
Hoje em dia existem diversas aulas e modalidades que trabalham muito bem a flexibilidade e também a postura, dentre elas, as que costumo sempre indicar para meus alunos são o Pilates e as aulas de alongamento consciente.
É de grande importância que o Professor de Educação Física saiba empregar corretamente e em tempo certo os exercícios de alongamento, para que não caia no erro de selecionar séries inadequadas à idade do indivíduo ou, a sua condição atlética, ou a possíveis limitações físicas.

Bons Treinos!

Por : Prof° João Vicente de Moraes Neto
Diretor técnico Ecogym Road Runners Assessoria Esportiva
CREF 033716-G/SP

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Meia Maratona - Ano que vem eu faço !

Segue uma ótima matéria escrita pelo Professor Marcos Paulo Reis.

Meia-maratona: a distância é uma tendência de crescimento mundial depois do grande boom das maratonas. Algumas estatísticas mostram que em diversos países há um crescimento bastante representativo no número de participantes nos 21 km Agora vamos entender as razões.
1 – Você aprende a correr, começa a participar das provas de 10 km e evolui na velocidade dessa distância, o que é ótimo e natural, e passa a se perguntar: que caminho tomar? Certamente a prova escolhida é a meia-maratona, uma distância extremamente agradável, que não gera estresse em relação a um grande número de horas e volume de treinamento – quando comparada com a maratona.
2 – É importante que o corredor pense nessa evolução natural e gradual em sua vida na corrida e que tenha em seu “currículo” cerca de quatro ou seis provas de 21 km antes de pensar em fazer uma maratona. Com isso, acaba-se treinando cerca de dois a três anos para então chegar aos 42 km Para os 21 km vale o mesmo princípio: antes de ir para a distância é preciso se sentir confortável nos 10 km e correr há pelo menos um ano, para então aumentar os treinos de rodagem.
3 – Quando se fala em uma divisão semanal de treinos, pode-se entender microciclos de sete dias com treinos distribuídos da seguinte forma: um de qualidade (velocidade), um regenerativo e o famoso longo. E é aí que vem a melhor parte dessa história: podem-se escalonar três semanas correndo 14 km, 16 km e 18 KM sendo este o último mesociclo antes dos 21 KM.
4 – O bacana de correr uma meia-maratona é que você não precisa treinar mais de 18 KM para conseguir finalizar bem os 21 KM. A distância de 18 KM já está bastante próxima da sonhada “meia-maratona”. Então, muitos que hoje fazem um “longuinho” de 12 km ou 14 km podem pensar em aumentar a rodagem para treinar e focar nos 21 Km. A conclusão é que é possível se organizar para fazer uma meia-maratona sem ter de abrir mão da vida pessoal e profissional. Não é necessário mudar muito a rotina de sua vida porque o tempo de treino é menor e a recuperação também é mais rápida.
5 – Certamente fazer aqueles longos enormes, de 25 km a 30 km, que são extremamente necessários para a maratona, geram uma sobrecarga psicológica nos corredores. Mas é com esses treinos que é possível testar situações e acostumar o organismo ao impacto e esforço das corridas de longa duração. O mesmo vale para os 21 KM. Após a supercompensação , ou seja, a absorção dos ganhos obtidos no treino, aparecem animação e motivação para as próximas corridas.
6 – Outra vantagem da meia-maratona é que quem opta por viajar para correr consegue curtir muito mais a viagem em relação a quem escolhe os 42 km para atrelar ao turismo. Afinal, em uma maratona, tudo influi e é preciso medir quanto andar, o que comer… Já na meia-maratona são necessários cuidados, porém mais leves, e vale frisar que a recuperação segue o mesmo princípio. Se você corre há certo tempo e ainda não experimentou os 21 km, treine para eles.
Você certamente irá gostar!

Marcos Paulo Reis, CREF 015923-G/SP, é Professor de Educação Física, está há mais de 10 anos em São Paulo como um dos maiores treinadores de corrida, triathlon e pedestrianismo, transmitindo sempre aos seus atletas o seu estilo de trabalho voltado para a qualidade de vida.

Be Happy

O Oxigênio


A corrida faz parte dos Desportos terrestres de movimentos cíclicos, que são constituídos por gestos iguais e repetidos ritmicamente, ao longo da performance.
-Desde os tempos dos homens das cavernas, o homem já a utilizava como meio de sobrevivência, ou enquanto caçador ou por vezes como a caça-.
Nos dias de hoje a corrida vem sendo utilizada como base de treino para os mais diferentes esportes e como o esporte em si. Esporte este que vem a cada dia ganhando mais adeptos e provas por todo mundo. As provas de corrida de 10km no Estado de São Paulo, por exemplo, tem atraído verdadeiras multidões e não param de crescer.
Ao iniciar na corrida ou mesmo para quem busca melhora de performance, um fator importante é o "Fator Oxigênio".
Na respiração o ar entra e sai dos pulmões, permitindo que o sangue obtenha oxigênio, utilizando-o no metabolismo das células, e elimine o gás carbônico. Para que aconteça um esforço físico é fundamental que exista a coordenação entre função circulatória e função respiratória.
Treine sua respiração, para quem vai iniciar na corrida, treine a respiração em uma caminhada leve e para aqueles que já correm, treine a respiração em um trote leve/moderado. A inspiração deve ser feita pelo nariz, travando o tórax para baixo realizando o trabalho do diafragma, permitindo que o volume total do pulmão seja preenchido. A expiração é pela boca, de forma a ocorrer o completo esvaziamento. Um detalhe importante é o de evitarmos a inspiração pela boca, pois apenas o nariz tem o mecanismo de filtragem, aquecimento e umedecimento do ar. Assim alem de mais eficiência, evitamos a entrada facilitada das infecções contidas no ar.
Uma dica para se evitar a poluição, ou diminuir os seus efeitos, é evitar correr em ruas muito movimentadas e em horários de pico. Prefira correr pela manhã, quando o ar apresenta menos poluentes, à noite o ar esta mais poluído e seco.
A boa postura, ritmo e correta biomecânica também são facilitadores da respiração.
Com relação à postura, a posição de tronco deve ser mantida ligeiramente à frente 90º, não curve a região da cintura, o olhar deve ser mantido para frente, linha do horizonte, com a cabeça erguida, a altura deve ser mantida tanto pela manutenção da postura ereta, quanto pela passada em sentido à frente e não somente à cima.
Aulas como pilates e yoga, ajudam muito a controlar e melhor a respiração, ganhar maior consciência corporal e auxiliar na postura.
Na próxima matéria apresentarei exercícios para melhorar a mecânica da corrida e treinos de ritmo.

"Prepara-te para o que quiseres ser".
Provérbio Alemão

Prof° João Vicente de Moraes Neto
Diretor técnico Ecogym Road Runners Assessoria Esportiva

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Corrida para as mulheres pode ser divertida e ajudar a estética

Nos dias atuais, além de academias especializadas para mulheres, temos também as corridas femininas. Por isso, nada mais justo que falar sobre elas que, cada vez mais estão inseridas neste mundo running e agora que ainda temos um tempo para se preparar para o verão, é hora de colocar em prática os tão programados objetivos.
As mulheres são as que mais se programam para ter mais qualidade de vida e, dentro desses objetivos, elas buscam a estética, a beleza mas, principalmente, EMAGRECER. A corrida é uma grande aliada nessas horas e é a primeira a ser colocada na rotina diária. Mas muita calma. Deve-se começar devagar. A maior parte quer sair correndo de uma vez. Porém, é necessária uma programação e principalmente uma adaptação. Sem isso, além de lesões, a prática se torna chata e a vontade passa na mesma rapidez que ela apareceu. Assim, na maioria dos casos o ideal seria começar caminhando e, para aquelas que não são totalmente sedentárias, alternar a corrida com a caminhada. Lembrando sempre que o horário do treino também é muito importante: o ideal seria pela manhã bem cedo ou final da tarde, uma vez que no verão os dias são extremamente quentes. Finalizando, com a roupa adequada: shorts, camiseta leve ou regata, tênis ideal, boné e até óculos de sol.
Já existem algumas corridas no ano específicas só para mulheres e o mais divertido disso tudo é que a maior parte delas está lá pelo simples fato de completar o percurso, sem pressa, sem aperto e sem competir, apenas se divertir… E mulheres, lembrem-se: IMPOSSIBLE IS NOTHING!!!
Marcos Paulo Reis

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Pé

Nosso pé é uma complexa combinação mecânica, estrutural e de força. “Construído” para suportar e sustentar enormes pressões, ele ainda tem que proporcionar flexibilidade e resistência.
Realmente nossos pés são verdadeiras maquinas de engenharia, dado a sua complexidade e importância.
Os pés e a forma com que realizamos nossa pisada são tão importantes que qualquer movimento errado, falta de técnica e ou calçado inadequado, podem gerar um excessivo gasto energético, uma diminuição de velocidade e até futuras lesões.
O pé em movimento se transforma em um verdadeiro mata-borrão que vai rolando, partindo do calcanhar até a extremidade dos dedos, seguindo pelo meio pé até ao final da passada, quando a parte anterior do pé, auxiliada pôr todas a energia acumulada, empurra o chão para trás impulsionando o corpo para frente de maneira a liberar toda a descarga de energia contida neste movimento. Movimento este rotineiro e comum, mas se analisado em detalhes revela uma perfeição impressionante. Cada ângulo e cada gesto tem que ser harmônico e perfeito, tudo em uma combinação de força, estabilidade e flexibilidade.
Sem esta “perfeição”, nosso pé se choca com o solo, e obriga outras partes de nosso corpo a absorver o impacto, gerando um “stress” músculo-esquelético, desnecessário.

O movimento correto de nossa pisada é:
No calcanhar quando ocorre a maior absorção do impacto, depois passa para o meio pé onde ocorre a fase de rolagem e distribuição de carga, finalizando com a impulsão no ante pé, onde a o desprendimento dos dedos. Tudo isso ocorre de maneira automática, natural, porem deve-se ser bem trabalhado para aqueles que pretendem iniciar ou prosseguir com suas corridas.

A engenharia dos pés
As contrações musculares ocorrem com as interligações entre ossos e músculos (realizada pelos ligamentos) e entre os ossos e articulações (realizadas pelos tendões).Os ligamentos mantêm os tendões em seus lugares e estabilizam as articulações. O mais longo deles é a fáscia plantar, formando um arco na sola do pé, do calcanhar aos dedos. Alongando-o ou contraindo-o, ela permite ao arco do pé se esticar ou se curvar, proporcionando equilíbrio e gerando tensão aos pés para iniciar os movimentos da caminhada. Ligamentos mediais na parte interior e ligamentos laterais na parte exterior dão estabilidade e permitem ao pé mover-se para cima e para baixo.

Lembrem-se!!! Cuidem de seus pés e não negligenciem o calçado especifico para você!!!
Pessoas com pés chatos são aquelas que tem pouca curvatura do arco plantar e devem usar tênis com maior controle de movimento e estabilidade.
Pessoas com pés normais possuem um arco plantar normal e podem usar tênis para pisada neutra.
Pessoas com pés cavos são propensos a pisada supinada e sua característica é de não ter boa eficiência na absorção de impacto. Desta forma necessitam de tênis com bom amortecimento.

Dedique um tempo para seus pés, treine a sua consciência corporal, sinta a sua pisada, a forma como seu pé chega ao solo e dispersa as energias, aprimore cada fase e condicione seu corpo a perceber cada gesto motor.
Até a próxima e bons treinos!
Prof° João Vicente de Moraes Neto
Diretor técnico Ecogym Road Runners Assessoria Esportiva

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Corra e ganhe disposição em seu dia-a-dia


Corrida: garanta um bom desempenho em sua rotina sem se esquecer dos cuidados com a saúde
São inúmeros os benefícios que a corrida traz. Emagrece, melhora a autoestima, garante disposição, aumenta o fôlego, exercita a cabeça e amplia o contato social, requisitos que fazem com que ela seja um hábito para muitas pessoas. No entanto, calçar um tênis e correr nas ruas e parques da cidade pode trazer consequências indesejadas à saúde. Por isso é necessária a consulta a um profissional de educação física. Aqui vão algumas dicas que não substituem uma orientação individualizada, mas são muito úteis para quem gosta de se cuidar.
Para começar, existem vários tipos de pisadas. Você sabe qual é a sua? Caso a resposta seja não, o melhor é escolher um tênis de pisada neutra. Informe-se com um ortopedista, pois na maioria das vezes, quem vende o calçado não tem a informação correta do modelo ideal. Procure uma loja especializada ou pesquise informações em sites antes de efetuar a compra. Para obter bons resultados, é importante começar também por uma avaliação médica, de preferência com um cardiologista.
Agora vamos vestir um traje de corrida? Sempre dê preferência a tecidos leves, pois eles absorvem o suor e secam facilmente. Exclua a ideia de roupa para suar, porque você estará perdendo líquidos e poderá se desidratar. A sua pele precisa respirar! Não se esqueça de um boné para não deixar o suor escorrer pelo rosto ou abusar do sol.
Uma alimentação leve (barra de cereal ou fruta) é recomendada antes da corrida. Correr sem se alimentar pode baixar o nível de glicose no sangue e causar tonturas, além de outras consequências.
Planejamento
E o programa de corrida? Aí esta uma boa pergunta que nem sempre é levada em consideração. Veja como você se classifica: 1 – sedentário (não faz exercício há muito tempo); 2 – moderadamente ativo (caminha, faz atividade 30 minutos duas ou três vezes por semana); ou 3 – ativo (pratica regularmente atividade física). No primeiro caso, para iniciar seu programa, você deve alternar caminhadas e corridas leves de, no máximo, cinco minutos, durante 20 a 30 minutos, duas vezes por semana, nas primeiras três a cinco semanas. Já no segundo caso você pode aumentar a corrida, ainda alternando com a caminhada, para dez minutos num máximo de 30 a 40 minutos, para duas a três vezes por semana.
Pronto para iniciar? Então se alongue durante cerca de dez minutos, faça exercícios básicos, dando ênfase para a panturrilha, quadríceps e posteriores das pernas. Existe muita controvérsia sobre o alongamento antes da prática da atividade física, mas a minha experiência de 25 anos, inclusive com atletas de alto rendimento, indica que este é o melhor caminho para prevenir lesões e preaquecer a musculatura.
Se você pratica regularmente alguma atividade física que não seja a corrida, atenção: exercícios físicos específicos requerem musculatura adequada. Você até pode ter capacidade aeróbia, mas com certeza não tem musculatura para começar com tudo! Muito cuidado no início, seja gradativo em volume e intensidade.
Acabou de correr? Então alongue! Pelo menos 15 minutos para “soltar” a musculatura e ajudar a metabolizar o ácido lático, que é o resíduo da contração muscular e o responsável pelas “dores do dia seguinte”. Não se esqueça de beber muita água depois da corrida e caso você demore para fazer uma refeição, consuma uma barra de proteína ou uma fruta para repor as energias. Lembre-se que todo programa de corrida deve ser acompanhado de um planejamento de musculação para reforçar a musculatura e prevenir lesões futuras.

Por. Alvaro Flumignan Paoliello - CREF 0090059-G/SP, é educador físico, Coordenador de Implantação de Novas Unidades e do Departamento Aquático do Pelé Club, foi técnico de natação, angariando expressivos resultados com os atletas treinados, tendo no currículo a conquista de um vice-campeonato mundial juvenil, além de diversos campeonatos estaduais e brasileiros e também foi palestrante convidado na 1ª Convenção da AEA (Aquatic Exercise Association) no Brasil (2006).


Be Happy

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Vai correr? Cuidado com os joelhos!


Atletas e não atletas de ambos os sexos e de todas as idades estão sujeitos a lesões, que podem ter causa congênita ou por traumas. A evolução da tecnologia da medicina esportiva tem elevado os percentuais de cura dos problemas de joelho em cerca de 90% dos casos.
A boa notícia vem com o advento da ressonância magnética, para o diagnóstico preciso da gravidade da lesão e, também, com os procedimentos e equipamentos cirúrgicos, como a artroscopia (procedimento minimamente invasivo, uma espécie de vídeocirurgia, que permite visualizar precisamente as lesões nos tendões e articulações, além de tratá-las e prevenir a evolução das mesmas), que fazem com que os índices de cura elevem-se significativamente (em torno de 90% dos casos). Contudo, é preciso salientar a importância da fisioterapia no processo de recuperação das lesões de joelho que dependem de intervenção cirúrgica. A fisioterapia é tão fundamental quanto a cirurgia, e é indispensável para o sucesso do tratamento.
Ao contrário do que muitos imaginam, as lesões de joelho são bastante comuns e não são provocadas apenas por traumas, podem ser também congênitas. Além disso, não são apenas os atletas profissionais ou amadores que correm o risco de adquirir uma lesão no joelho, os não-atletas também desenvolvem problemas variados na articulação. Por exemplo, cerca de 30% das crianças com idade a partir de três anos apresentam alguma deformidade de joelho, cuja principal causa é a genética. Ou seja, são hereditários!
Os problemas congênitos mais comuns e que se manifestam por volta dos três ou quatro anos de idade, são as chamadas deformidades dos joelhos varo (joelho para fora e perna para dentro, típico de cavaleiros), e dos joelhos valgo (joelho para dentro e perna para fora, joelho em “X”). Vale salientar que, o joelho varo pode ser causado também pelo raquitismo – deficiência de vitamina D. É importante chamar a atenção das mães para este tipo de problema, já que hoje existem ferramentas na medicina que possibilitam o tratamento adequado, com excelentes resultados.
Falemos agora sobre os traumas: os chamados traumas diretos são na articulação e os indiretos quando provocam entorses. Entretanto, podem acontecer lesões isoladas ou combinadas e as mais comuns são: a lesão cruzado anterior (LCA – que afeta o ligamento cruzado anterior, responsável pela estabilidade do joelho “anteriormente”, não permitindo o movimento para frente) e a lesão menisco medial (LMM). As mais graves, porém, são as combinadas entre LCA e LCP (lesão cruzado posterior – que afeta o ligamento posterior, responsável pela estabilidade do joelho “posteriormente”, não permitindo o movimento para trás), mais ligamentos colaterais, localizados nas laterais do joelho, responsáveis pela estabilidade lateral e medial da articulação.
O diagnóstico das lesões causadas por traumas pode ser clínico, com exame de ressonância nuclear magnética e algumas vezes por via artroscópica (quando a cavidade articular é analisada com a ajuda de um aparelho especial chamado artroscópio).
As lesões meniscais e de cartilagem (chamadas condrais) evoluem muito bem com a artroscopia, pois é considerada menos agressiva e invasiva do que as cirurgias convencionais e possibilita a prevenção de lesões tardias graves como artrose precoce, além de permitir recuperação mais rápida.
Os atletas estão mais sujeitos a lesões, dependendo da modalidade esportiva. Os surfistas, por exemplo, sofrem mais com meniscos e ligamentos rompidos devido à força aplicada em uma manobra, quando o joelho é forçado a um movimento brusco de rotação. No voleibol, os saltos constantes e a impulsão vertical provocam lesões na articulação do joelho e tornozelo.
Os ciclistas reclamam com freqüência de dor nos membros inferiores e isso se deve, geralmente, a lesões provocadas pela inadequação das dimensões da bicicleta ao corpo do atleta. Além destas peculiaridades, as variações anatômicas de quem pedala, a intensidade, a forma de treinamento e a duração dos treinos também são responsáveis pelo problema.
O preparo físico e muscular é importantíssimo, tanto para atletas como não atletas. Alongar, caminhar, fazer teste ergométrico periodicamente e manter o peso, através de uma alimentação balanceada são alguns dos procedimentos que devem fazer parte da rotina de todos. É a melhor forma de manter uma vida saudável e livre de lesões!
Já para os atletas profissionais, a exigência de preparo físico é muito maior e mais freqüente. Mesmo assim, o calendário exaustivo dos campeonatos em grande parte das modalidades favorece o aparecimento das lesões, apesar de todos os cuidados dos técnicos e comissões esportivas. O aumento da incidência de lesões no joelho tem sido constatado em adolescentes, jovens, homens acima de 45 anos e mulheres, estas últimas porque estão cada vez mais praticando esporte.
Será um grande prazer destacar aqui nesse espaço, novas técnicas de diagnóstico, como prevenir as lesões e quais os cuidados iniciais no caso em que as lesões eventualmente ocorram.
Não esqueça, o mais importante é saber se movimentar com saúde!


Por. Prof. Dr. Joaquim Grava, CRM 32964, é médico ortopedista, especializado em Medicina Esportiva pela Universidade de São Paulo – USP. Médico da Seleção Brasileira de Futebol Profissional (1998-2000). Chefe do departamento médico do Santos Futebol Clube (2005-2007). Chefe do departamento médico de futebol do Sport Club Corinthians Paulista, de 1979 a 2003 e novamente em 2007-2008.


Be HAppy

Guerra do tênis

Resultado de nove meses e 35 mil páginas de argumentações, o processo antidumping que sobretaxou o calçado importado da China para proteger a produção brasileira deflagrou uma guerra na indústria nacional. Grandes fabricantes de material esportivo, liderados por Nike e Adidas, protestam contra a medida, que apontam como prejudicial ao consumidor local.
No centro da discussão, estão os chamados os calçados esportivos mais sofisticados e caros, também chamados de tênis de alta performance. Fabricantes globais, Nike, Adidas, Puma e Asics formaram há dois anos uma entidade, a Abramesp, para tentar excluir da taxação os tênis de maior valor fabricados no Exterior e vendidos no mercado brasileiro.
"Não há dumping no segmento esportivo, que é um mercado complexo, diferentemente do que ocorre com sapatos de couro e nas sandálias femininas" afirma Marcelo Ferreira, presidente da Abramesp e também presidente da Adidas no Brasil.
Nos bastidores, insinuações de criação de reserva de mercado
Enquanto a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) denuncia irregularidades na importação de cerca de 22,6 milhões de pares de calçados da China, que teria ceifado 42 mil empregos no setor no último trimestre do ano passado, as marcas globais de tênis garantem que os produtos que trazem de fora, por serem mais caros, não fazem concorrência ao calçado nacional. São os tênis com sistema de amortecimento para a prática de modalidades esportivas específicas, cuja tecnologia não existe no Brasil. Seriam cerca de 3,5 milhões de pares importados a cada ano, cujo preço médio, entre US$ 14 e US$ 15, está muito acima do preço do produto asiático, de US$ 3 a US$ 4.
Com a aprovação da sobretaxa de US$ 12,47 ao preço do par importado da China, o clima entre os dois grupos azedou de vez. Nos bastidores, circulam insinuações de que o presidente da Abicalçados, Milton Cardoso, estaria agindo para criar reserva de mercado para o grupo Vulcabras/Azaleia, do qual é diretor-superintendente.
"Estão querendo personalizar para enfraquecer a discussão, porque, na verdade, até agora, em todo o processo, não foi apresentada uma só prova, só falsidades" rebate Cardoso.
A Abicalçados afirma estar protegendo o país a concorrência predatória, uma vez que a China subsidia fortemente a produção, paga baixos salários, além de manter a moeda local, o yuan, artificialmente subvalorizada em relação ao dólar. A Abramesp, cujos associados informam produzir no Brasil, 60% dos calçados e 80% dos produtos têxteis vendidos no mercado doméstico, critica o protecionismo e diz que as empresas locais demitiram em algumas regiões para abrir vagas no Nordeste, onde recebem incentivos ficais dos governos.
Por: LÚCIA RITZEL
lucia.ritzel@zerohora.com.br
www.zerohora.com.br
www.playteam.com.br

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Variando os tipos de piso

Variar o tipo de piso nos seus treinos de corrida alem de motivador é uma maneira excelente de melhorar seu condicionamento físico e aprimorar sua técnica. Essa variação nos permite sair da rotina, conhecer novos locais de treinamento e experimentar estímulos diferentes durante nossas sessões de treinos. Abaixo estão os principais tipos de piso e alguns comentários sobre cada um deles.
Concreto: Este tipo de piso junto do de cerâmica não devem ser utilizados para correr, pois não tem nenhum tipo de amortecimento, e todo impacto é retornado direto para o corpo.
Asfalto: Este tipo de piso proporciona um nível de amortecimento leve. O asfalto é o piso que normalmente todos os corredores de rua utilizam para seus treinos e participam das provas. O ideal seria treinar neste tipo de piso no máximo 3 vezes na semana, não mais que isso.
Terra: Este tipo de piso proporciona um nível bom de amortecimento, inclusive com ótima relação de resposta ação/reação. Pode-se treinar 2 ou 3 vezes por semana neste tipo de piso.
Grama: Este tipo de piso proporciona um excelente amortecimento, indicado para treinos de técnica e educativos, alem de longos e rodagem. Pode-se treinar de 2 a 3 vezes por semana neste tipo de piso.
Areia: Este tipo de piso proporciona um excelente amortecimento. Na areia fofa pode-se trabalhar a força e a resistência muscular de maneira natural. A areia mais dura é excelente para treinos de rodagem, tiros e educativos. Quando se tem a combinação das duas podem-se realizar treinos de Fartleck utilizando-se da areia dura para velocidade e ou recuperação e a areia fofa para resistência e ou força. A areia fofa não é recomendado treinar mais que 1 vez na semana, salvo treinamentos específicos.
Esteira: Este tipo de equipamento tem piso que proporciona excelente amortecimento. Apesar das diferenças entre treinar na esteira e correr na rua, o uso deste equipamento pode ser utilizado duas vezes na semana sem que comprometa a especificidade do treinamento do corredor de rua.

Por Prof° João Vicente de Moraes Neto
Diretor técnico Ecogym Road Runners Assessoria Esportiva
Be Happy

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cuidados com a coluna podem evitar Hérnia de Disco em corredores


A corrida pode representar um risco maior para os novos corredores que não estão fisicamente preparados para o esporte”,
Segundo especialistas da coluna, 30% dos paulistanos (cerca de 12 milhões de pessoas), entre homens, mulheres, jovem e idosos, sofrem de dores crônicas de coluna e apresentam Hérnia de Disco. Este grande índice deve-se à rotina da metrópole de muito trabalho, pouca atividade física, fadiga muscular, sobrepeso, e outros.Mas o que é a Hérnia de Disco?Dor crônica na coluna são aquelas dores que nunca passam, sempre estão ali, seja com maior ou menor intensidade sempre provoca certo desconforto. O estágio mais avançado da dor de coluna crônica é quando surge a Hérnia - que é o desgaste total ou parcial do "amortecedor" que existe entre os discos-ossos da coluna, que causa dor aguda devido à pressão que o osso desajustado passa a fazer sobre os nervos da região.A corrida é um dos esportes mais procurados por quem quer ficar com o corpo em forma e melhorar o condicionamento físico. Praticada por atletas experientes e principalmente por amadores, o exercício precisa ser bem orientado para não causar prejuízos à saúde, como uma possível hérnia de disco.Vários fatores podem levar o atleta a sentir dor na coluna vertebral, são eles: fraqueza e encurtamento muscular, lesões antigas dos membros inferiores, tênis inadequado, treinos em superfícies irregulares e rígidas (a grama é melhor que o asfalto e este melhor que a calçada) e, principalmente, a falta de supervisão de um professor de educação física.“Uma dica importante: a corrida passa a ser um risco maior para os novos corredores que não estão fisicamente preparados para o esporte. Por isso, é preciso ter uma boa estrutura muscular e saber usar bem o músculo transverso do abdômen e os demais músculos posturais. Esses músculos darão suporte para que a coluna não sofra nenhum tipo de lesão, evitando assim uma hérnia de disco no futuro. Outra orientação importante seria um programa de mobilização das articulações vertebrais, que pode ser feito através da Osteopatia, técnica da Fisioterapia Manual”, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta osteopata e fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.Mesmo com esse cuidado, algumas pessoas acabam passando por algum episódio de dor na coluna devido a uma predisposição genética. Segundo o fundador do ITC Vertebral, junto com o medo de ter que parar de praticar o esporte, vem a cirurgia. “Muitos atletas chegam ao consultório preocupados com o resultado de hérnia de disco, pois não querem passar por uma cirurgia e muito menos parar de correr.”Porém, uma pesquisa recente da Revista da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos mostrou que apenas 10% das hérnias de disco necessitam de cirurgia para serem tratadas. Ou seja, tratamentos convencionais como a fisioterapia, medicamentos prescritos por um médico e exercícios físicos podem solucionar 90% das hérnias.Tratamento convencional combinado com exercíciosA Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA Vertebral, tratamento aplicado pelo Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilizer - equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen, e exercícios de musculação. A união de todos esses fatores permite que o paciente não tenha mais dor e inicie um trabalho focado no fortalecimento dos músculos posturais.“Com a técnica RMA Vertebral, temos conseguido resultados equivalente a 87% dos casos resolvidos. Claro que isso só é possível se houver o comprometimento do paciente na manutenção do tratamento, ou seja, fazer exercícios como musculação e Pilates. Assim, se bem utilizado o músculo do transverso do abdômen, muitos corredores poderão voltar para as pistas”, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta e fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
A corrida vai gerar impacto na coluna. O ideal é tratar essas hérnias antes de continuar a praticar justamente uma modalidade de impacto. Procure um especialista de coluna. Neste período faça esportes sem impacto, RPG e fortaleça bastante sua musculatura paravertebral.

por Dr. Roberto Ranzini
Be Happy

Africano naturalizado nos EUA vence a Maratona de NY 2009


42 mil pessoas largaram na manhã desse domingo (1) para completar a tradicional Maratona de Nova York. O Brasil foi representado por Marílson Gomes dos Santos, mas o maratonista não conseguiu completar a prova e defender o seu título. Aparentemente o atleta não se sentiu bem após o quilômetrso 25.O campeão da Maratona de Nova York foi o americano Meb Keflezighi no tempo de 2h09min14. A segunda colocação ficou com o queniano Robert Cheruiyot, em 2h09min55, seguido por Jouab Gharib, do Marrocos (2h10min24).No início da prova masculina um grande pelotão se formou e seguiu assim até o quilômetro 10, quando o marroquino Bouramdane abriu um pouco mais e tomou a liderança. Logo atrás estava o queniano Patrick Makau. Essa foi a segunda maratona do atleta, que fez sua estréia na modalidade esse ano. Atrás dos dois estava o pelotão de elite composto por cerca de 10 atletas, entre eles Marílson Gomes dos Santos. Porém, no quilômetro 21, marca da meia maratona, o cenário da disputa mudou um pouco. O pelotão alcançou o marroquino e os atletas completaram, a meia em cerca de 1h06min.Por volta do quilômetro 24, Marílson, que até então acompanhou o pelotão, se distanciou dos primeiros colocados o que o deixou mais longe da briga pelo pódio. A definição da competição masculina só aconteceu no quilômetro 33, quando o queniano Robert Cheruiyot abriu e sozinho passou a liderar a prova junto com o atleta da Eritréia, naturalizado americano, Keflezighi. Ambos brigaram até o final pela primeira colocação, mas Keflezighi abriu nos últimos três quilômetros e faturou a prova. Há 27 anos nenhum americano vencia a competição de Nova York. O melhor brasileiro da competição foi o maratonista José Teles, ele ficou com décima sexta posição.Feminino - A largada da elite feminina aconteceu um pouco antes da masculina também em Staten Island, em Nova York. A favorita da competição, Paula Radcliffe, atual recordista da maratona (2h15min25), correu o tempo todo no pelotão principal e revezou a liderança com a francesa Daunay. Logo no início da competição a queniana Salina Kosgei escorregou e caiu. A japonesa Yuri, que vinha logo atrás também caiu, porém, a queniana conseguiu manter o ritmo e a japonesa ficou para trás.Nos últimos cinco quilômetros da prova, Paula Radcliffe, que venceu em 2004, 2007 e 2008, não conseguiu manter o ritmo e caiu para a quarta colocação. Assim a russa Ludimila Petrova, 41 anos, começou a puxar o pequeno pelotão. Ela é a etíope Derartu Tulu correram ombro a ombro até os momentos finais da maratona.Nos últimos metros, Tulu abriu e venceu a prova no tempo de 2h28min51. O segundo lugar foi para a russa Petrova em 2h28min59 seguida pela francesa Daunay e por Paula Radcliffe.


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