A velocidade de corrida é a maior velocidade que o corredor pode atingir; a resistência é a sua capacidade de resistir à fadiga. A velocidade máxima, só em curtos percursos pode ser mantida: não mais de 40 a 50 m para lá do percurso de arranque e aceleração. Asssim mesmo nos 100 m, é a resistência do corredor que vem decidir o resultado.
Para o iniciante, o ideal é na corrida de resistência , ir avançando aos poucos sem procurar fazer esforço, deixando que o corpo se acostume aos movimentos específicos da corrida. Se necessário vá caminhando e volte a correr. Um programa de exercícios intensivo pode ser tão prejudicial quanto uma dieta intensiva. O indivíduo deve ser capaz de manter uma conversa enquanto está correndo. A medida que o mesmo for se tornando mais forte, será capaz de correr mais depressa e manter um determinado rítmo de corrida, por mais tempo, com menor esforço.
Para calcular a intensidade do exercício , na corrida de resistência, calcule a Frequência cardíaca e Zona Alvo de Treinamento do indivíduo e monitore-a para que não atinja níveis extressantes sobrecarregando seu sistema cárdio-respiratório. Mas , com o tempo, o indivíduo não vai precisar medir a frequência em todos os treinos , pois, irá aprender o quão depressa deve correr para atingir o índice cardíaco desejado.
Como sobrecarga para os treinos, deve melhorar o tempo ou distância percorrida . A medida que o condicionamento for melhorando, deve ser aumentada a sobrecarga de trabalho, acompanhada sempre da Monitorização da Frequência Cardíaca.
Princípios Metódicos do Treinamento de Velocidade (Weineck, 1989):
-A intensidade dos exercícios deve ser escolhida de tal modo que atinja os níveis elevados e muito elevados, necessários para o desenvolvimento da velocidade;
-A duração do exercício deve ser escolhida de tal modo que a velocidade não diminua, em consequências da fadiga, que ocorrer no fim do exercício.
- Não deve ser aplicado treinamento de velocidade para uma pessoa fatigada. Deve ser interrompido o trabalho quando a cadência diminuir (deve ser limitado a 5-10 repetições por unidade de treinamento o volume de exercício ).
A distância ótima é regulada de acordo com o objetivo de treinamento; trata-se de acentuar a faculdade de aceleração, é preciso escolher uma distância que responda ao nível de "performance" do corredor de "sprint" nesse domínio (mais ou menos 25-35 min); se objetivar a velocidade máxima, (que segundo Gundlach,1963, é de 20-45 m, é preciso correr, depois da partida longa, sensivelmente esta mesma distância; com partida agachada, a distância de aceleração e a distância de velocidade máxima seja 25/35 + 20/45 m. Se o objetivo for trabalhar resistência de velocidade, serão escolhidas distâncias mais longas.
-Todo treinamento de velocidade deve processar-se em um estado de aquecimento ótimo.
Blog para informações gerais de corridas, triathlon e atividades relacionadas. Além dos meus registros pessoais.
NASCIDOS PARA CORRER !!
Sejam bem vindos.
Espero que este Blog, possa trazer um bom conteúdo, se você chegou aqui é porque temos algo em comum: Amor a Corrida !
Giba Angelucci Junior
junior.angelucci@gmail.com
Espero que este Blog, possa trazer um bom conteúdo, se você chegou aqui é porque temos algo em comum: Amor a Corrida !
Giba Angelucci Junior
junior.angelucci@gmail.com
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Correr melhora performance do intestino

Correr não vai servir apenas para lhe deixar magrinho ou proporcionar prazer. Quando se pratica a corrida com inteligência e acompanhamento, sem passar dos limites, você ganha também uma série de benefícios à saúde. Mas quem poderia imaginar que até nosso intestino sai ganhando. “Dentre os benefícios para o atleta que caminha ou corre está a melhora principalmente do intestino. Isso ocorre porque há o aumento dos movimentos peristálticos (movimentos involuntários do estômago), que facilitam o trânsito intestinal. O Intestino que funciona bem possui mais chances de absorver nutrientes e excretar toxinas corretamente”, confirma a nutricionista Daniela Jobst.
De acordo com a especialista, nossa saúde depende da saúde intestinal. “É lá que são absorvidos muitos nutrientes assim como produzidos muitas substâncias essências ao nosso organismo como a serotonina (neurotransmissor do bem estar, responsável pelo bom humor, sono etc.)”.
Fonte Runner´s World
Correr em grupo é excelente para motivar e pode ajudá-lo a melhorar sua performance
Por Tarso Araújo
Para Mário Sérgio Andrade Silva, treinador da Run & Fun e do grupo de Garrido, a "social" do treino em equipe é um ingrediente fundamental para seus alunos atingirem os objetivos. "O pessoal continua treinando com um grupo não por causa do treinador ou do treino, mas por causa das amizades criadas ali. É uma baita motivação", diz Silva, que dá algumas dicas para tirar o melhor proveito do treino em equipe:
Escolha o time certo
É bom procurar um grupo diversi-ficado, com homens e mulheres de diferentes idades. "Enriquece a sociabilização", diz Silva. Hora e local são itens fundamentais. "Se você tiver de atravessar a cidade, não vai acompanhar. O grupo tem de se encaixar na sua rotina." Outro fator a considerar é o ritmo da equipe. "Já colei em um grupo que eu não acompanhava. Aí é melhor voltar para a própria realidade", diz Garrido
Troque idéias
A reunião de corredores também se transforma numa ocasião para trocar informações. "Cada um tem suas manhas, descobertas e experiências, e a gente troca tudo que sabe. De provas a médicos e técnicas", diz Garrido.
Espelhe-se nos outros
O treino em grupo fornece parâmetros. "Um vira referência para o outro", afirma Garrido
Ache sua turma
"Quanto maior o grupo, mais níveis diferentes de condicionamento ele terá", diz Silva. Se você estiver um pouco cansado, ou se for o dia de correr mais relaxado para se recuperar, pode selecionar um pelotão mais lento. "Sempre tem alguém no ritmo ideal para acompanhar", afirma o treinador.
Saiba quando ir sozinho
Não adianta virar "maria-vai-com-as-outras". Se você tem objetivos específicos, deve mantê-los e saber a hora de se separar do grupo, caso ele não corra no ritmo que você precisa em determinado dia. "Ainda assim, você pode se encontrar com o pessoal pelo menos para o aquecimento, o que já é algo muito gratificante", diz Silva.
Para Mário Sérgio Andrade Silva, treinador da Run & Fun e do grupo de Garrido, a "social" do treino em equipe é um ingrediente fundamental para seus alunos atingirem os objetivos. "O pessoal continua treinando com um grupo não por causa do treinador ou do treino, mas por causa das amizades criadas ali. É uma baita motivação", diz Silva, que dá algumas dicas para tirar o melhor proveito do treino em equipe:
Escolha o time certo
É bom procurar um grupo diversi-ficado, com homens e mulheres de diferentes idades. "Enriquece a sociabilização", diz Silva. Hora e local são itens fundamentais. "Se você tiver de atravessar a cidade, não vai acompanhar. O grupo tem de se encaixar na sua rotina." Outro fator a considerar é o ritmo da equipe. "Já colei em um grupo que eu não acompanhava. Aí é melhor voltar para a própria realidade", diz Garrido
Troque idéias
A reunião de corredores também se transforma numa ocasião para trocar informações. "Cada um tem suas manhas, descobertas e experiências, e a gente troca tudo que sabe. De provas a médicos e técnicas", diz Garrido.
Espelhe-se nos outros
O treino em grupo fornece parâmetros. "Um vira referência para o outro", afirma Garrido
Ache sua turma
"Quanto maior o grupo, mais níveis diferentes de condicionamento ele terá", diz Silva. Se você estiver um pouco cansado, ou se for o dia de correr mais relaxado para se recuperar, pode selecionar um pelotão mais lento. "Sempre tem alguém no ritmo ideal para acompanhar", afirma o treinador.
Saiba quando ir sozinho
Não adianta virar "maria-vai-com-as-outras". Se você tem objetivos específicos, deve mantê-los e saber a hora de se separar do grupo, caso ele não corra no ritmo que você precisa em determinado dia. "Ainda assim, você pode se encontrar com o pessoal pelo menos para o aquecimento, o que já é algo muito gratificante", diz Silva.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Tênis para mulheres abusa do contraste

Ao lançar o tênis TO Energy, a Athletic além de reforçar o contraste de matérias-primas e texturas para o Verão 2009, botou cores vibrantes nos pés das mulheres. O vermelho-rubro apimenta o visual do modelo, aparecendo tanto no solado quanto no logo ATH aplicado na região do calcanhar. A composição se completa com a combinação entre o prata e com o chumbo. As variações contam ainda com o jogo de branco/pink; branco/verde água; preto/verde água e preto/azul bebê.
O cabedal trabalhado e o modelo rasteiro seguem em alta e são valorizados pelo solado tecnológico. A modelagem traz uma fôrma delicada, com traços finos para se ajustar aos pés femininos, evitando a sensação de volume. O cabedal ostenta um look moderno, criado pela mescla de nylon, sintético e aplicações em foil.
Já a criação high tech está agrupada no solado, construído em quatro partes. A de maior destaque é a Oxisys, sistema de amortecimento por meio de oito cápsulas de oxigênio comprimido distribuídas no calcâneo. O deslocamento de ar entre as bolhas proporciona maior conforto e absorção de impacto, facilitando ainda o equilíbrio das passadas.
O Energy conta também com as tecnologias ATH Non Torsion, uma placa estabilizadora confeccionada em material de alta performance que tem a função de centralizar a pisada durante a atividade física, e a ATH Pro Gripp, solado emborrachado que cobre toda a região de contato com o chão para aumentar a aderência do calçado, evitando escorregões e quedas.
O tênis tem ainda o reforço da palmilha ATH MAX, por meio de uma espessa camada de EVA de alta memória. A peça pesa apenas 26 gramas e é, em média, três vezes mais grossa que uma palmilha tradicional. Sem prejudicar a leveza dos tênis, ela potencializa a capacidade de amortecimento, chegando até a 90%.
SAC: 0800 10 98 67
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Stress Engorda .... Vamos correr desse mal da Sociedade Moderna !

É galera Stress engorda sim a matéria da Boa Forma, mostra as causas e como amenizar esse mal da sociedade moderna, que querendo ou não somos afetados de uma forma ou de outra. É só pintar uma tensão forte, provocada por acúmulo de trabalho, trânsito caótico, discussão em casa, e pronto: você come muitas vezes sem se dar conta de que passa dos limites.
Para saber até que ponto o stress é o culpado pelos seus quilinhos a mais. Então imagine uma corda de náilon fina. Se você esticá-la, vai emitir um som. Caso ponha muita força, ela arrebenta. Agora, reflita sobre a sua rotina. Há sempre desafios a vencer em casa, na escola, no trabalho. Só que às vezes eles parecem insuperáveis. Quando isso acontece, instala-se o stress, ou seja, a corda se quebra.
E o lado mais fraco adivinhe é você. A resposta do organismo ao desgaste físico e emocional assume formas tão diferentes quanto cansaço, dificuldade de concentração, irritabilidade, dor de cabeça e... vontade de comer.
Para piorar, essa compulsão conta com a cumplicidade de hormônios que estimulam a fome e ajudam a armazenar a gordura. A vítima, claro, é seu corpinho, que passa a não caber mais naquele jeans ou aquela camiseta de corrida começa a ficar mais apertada. Calma, que isso tem jeito. Só precisa entender o que acontece com o seu organismo e saber como agir para não perder o controle sobre a comida.
“Embora tenha uma conotação negativa, o stress é um estímulo importante, que pode dar o impulso necessário para você ir adiante nos seus projetos de vida e, assim, atingir seus objetivos”, diz o psiquiatra e médico ortomolecular José Antonio Pierrotti, do Rio de Janeiro (RJ). O problema é quando ele atinge níveis tão elevados que, além de comprometer sua rotina, provoca também ganho de peso. Para entender melhor como isso acontece, acompanhe o passo-a-passo do stress e seus efeitos sobre o organismo.
Alerta: em situações de tensão, a glândula supra-renal produz os hormônios adrenalina e cortisol, que preparam o corpo para situações de perigo. Esse é o chamado mecanismo de fugir ou lutar que ajuda o homem a sobreviver, desde os tempos da caverna. Só que o cortisol, em altas doses, estimula o apetite. É como se o corpo pedisse um alimento calórico, um doce, por exemplo, capaz de dar energia instantânea. Para piorar, o cortisol alia-se à insulina. Juntos, eles estimulam uma enzima responsável pelo depósito de gorduras no abdômen.
Resistência: o sistema de defesa do organismo mobiliza grande quantidade de cortisona, outro hormônio liberado em situações de stress e que, comprovadamente, está associado ao ganho de peso, conforme estudo realizado pela Universidade Göteborg, na Suécia. Nesse caso, você pode engordar até mesmo com a boca fechada!
Exaustão: entram em ação os radicais livres moléculas de oxigênio responsáveis pela degeneração das células, que provocam doenças e aceleram o processo de envelhecimento. Nessa fase, seu organismo absorve toxinas e seu intestino deixa de funcionar com regularidade. Resultado: o ponteiro da balança sobe.
Falência: o bombardeio hormonal faz com que o organismo perca a homeostase ou equilíbrio físico e psíquico. Nessa fase, ocorrem os picos de ansiedade que levam você a comer além da conta.
Então amigas e amigos já que não dá para eliminar as preocupações, aprenda a administrá-las. Quem dá as pistas é Dirce Navas Perissinotti, psicóloga especializada em stress e biofeedback do Hospital das Clínicas, em São Paulo (SP).
Estabeleça metas viáveis: Se você sabe de antemão que no trabalho não vai conseguir cumprir seus prazos, seja franco(a) com seu chefe e tente negociar novas datas e assim ficar mais tranquilo.
Busque satisfação em outras coisas que não a comida: Pode ser um hobby, um passeio diferente, uma nova atividade física. Há tantas coisas boas na vida...como correr por exemplo rsrs...
Pare de seguir um padrão de beleza incompatível com o seu tipo físico: Você não precisa ser magra ou magro como a Gisele Bündchen ou Rodrigo Santoro para ser atraente. Lembre-se: sempre dá para perder alguns quilos e elevar a auto-estima.
Emagreça aos poucos: Achar que dá para eliminar as gorduras em tempo recorde para entrar naquele lindo vestido ou aquela super camiseta de corrida só vai aumentar seu sentimento de culpa e a sensação de fracasso. Se, ao contrário, conseguir afinar a silhueta num prazo razoável, vai se sentir mais confortável e menos em dívida com você mesma.
Sds
Você tem sede de quê?
Material retirado da revista Runner !
Por Letícia Pauli
Escolha a bebida adequada e garanta o combustível para a sua próxima corrida
Sol de 30 graus pra cima, garganta seca e um bom pedaço de chão pela frente. Sua primeira opção é um gole de água? Pode até ser a primeira, mas não deveria ser a única. Para hidratar e também repor nutrientes e sais minerais, há vários tipos de bebida no mercado. “Elas ajudam a repor os eletrólitos, ou seja, sais minerais como sódio, potássio e magnésio. Estes desempenham funções como o transporte de oxigênio e a absorção da glicose, que serve como fonte de energia para o corpo”, diz Suzana Bonumá, nutricionista especializada em fisiologia do esporte do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Os produtos que repõem essas perdas não são todos iguais. Há bebidas com mais carboidratos, mais sódio e até com proteína na fórmula. O importante é saber qual a melhor opção para o seu treino. Descubra isso agora.
Corrida até 60 minutos
Treinos assim não provocam perdas drásticas de nutrientes (como carboidratos). Aqui, a maior preocupação é a hidratação constante. Para a maioria dos corredores, água basta. Mas, em dias quentes, é bom repor eletrólitos para evitar um mal-estar. Isso porque a perda desses sais minerais se dá basicamente pela transpiração. Bebidas esportivas como Carb’Up (Probiótica), I9 (Powerade), Gatorade e similares são ideais. Elas têm níveis suficientes de sódio — que devem ficar entre 40 mg (para corridas em ritmo moderado) e 220 mg (para ritmo acelerado) e são informados no rótulo. Se quiser praticidade, lance mão das pastilhas efervescentes ricas em eletrólitos, como a Eletro+++ (Nutrilatina). É só jogar uma na garrafinha com água, chacoalhar e pronto! Beba entre 200 ml e 250 ml de líquido a cada 20 minutos de corrida.
Corrida entre 1 e 2 horas
Nesses treinos, as perdas de outros nutrientes começam a acontecer. Escolha bebidas com até 30 g de carboidrato. Ainda não há necessidade de concentrações muito elevadas. Naturalmente, a perda de eletrólitos também se intensifica. Agora, os níveis de sais minerais de sua bebida precisam ser maiores. Verifique no rótulo se o produto oferece em torno de 250 mg e 300 mg de sódio. Boas pedidas: Sport Drink (Nutrisport) e Power Gel, da PowerBar.
Corrida de 3 horas ou mais
Agora a reposição de carboidratos precisa ser intensa. A principal fonte de energia é a glicose presente no sangue. Daí a importância de manter estáveis os níveis de açúcar na corrente sanguínea. Caso contrário, o corpo vai buscar energia no músculo. Resultado: estresse muscular, risco de lesões e um grau tão elevado de fadiga que o corredor poderá ser obrigado a parar. Nessa etapa, a bebida precisa trazer entre 40 g e 60 g de carboidratos, além de concentração extra de eletrólitos (300 mg de sódio ou mais). Serão precisas outras fontes de carboidrato, como géis energizantes, frutas ou purê de batata em sachês. Também vale apostar na água intercalada com a bebida esportiva. Opções: Endurance V02 Max (Integralmedica), Glicodry Age (Nutrilatina) e Maltodextrin (Integralmédica).
Pós-corrida
Depois da corrida, é hora de consumir bebidas ricas em carboidratos e proteínas, que ajudam na recuperação muscular, evitando lesões nos treinos seguintes. Para cada grama de proteína, a bebida deve fornecer 3 ou 4 g de carboidrato. Já para saber o quanto deve ser reposto, calcule o que perdeu em peso e reponha 150% desse total. Exemplo: você chegou ao fim do trajeto com menos 1 kg? Deverá repor 1,5 litro de líquidos. E faça isso no máximo até 4 horas depois da corrida. Aposte: Accelerade (Pacific Health) e Endurox R4 (Pacific Health).
table td {vertical-align:top; padding:20px; }
Sds
Por Letícia Pauli
Escolha a bebida adequada e garanta o combustível para a sua próxima corrida
Sol de 30 graus pra cima, garganta seca e um bom pedaço de chão pela frente. Sua primeira opção é um gole de água? Pode até ser a primeira, mas não deveria ser a única. Para hidratar e também repor nutrientes e sais minerais, há vários tipos de bebida no mercado. “Elas ajudam a repor os eletrólitos, ou seja, sais minerais como sódio, potássio e magnésio. Estes desempenham funções como o transporte de oxigênio e a absorção da glicose, que serve como fonte de energia para o corpo”, diz Suzana Bonumá, nutricionista especializada em fisiologia do esporte do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Os produtos que repõem essas perdas não são todos iguais. Há bebidas com mais carboidratos, mais sódio e até com proteína na fórmula. O importante é saber qual a melhor opção para o seu treino. Descubra isso agora.
Corrida até 60 minutos
Treinos assim não provocam perdas drásticas de nutrientes (como carboidratos). Aqui, a maior preocupação é a hidratação constante. Para a maioria dos corredores, água basta. Mas, em dias quentes, é bom repor eletrólitos para evitar um mal-estar. Isso porque a perda desses sais minerais se dá basicamente pela transpiração. Bebidas esportivas como Carb’Up (Probiótica), I9 (Powerade), Gatorade e similares são ideais. Elas têm níveis suficientes de sódio — que devem ficar entre 40 mg (para corridas em ritmo moderado) e 220 mg (para ritmo acelerado) e são informados no rótulo. Se quiser praticidade, lance mão das pastilhas efervescentes ricas em eletrólitos, como a Eletro+++ (Nutrilatina). É só jogar uma na garrafinha com água, chacoalhar e pronto! Beba entre 200 ml e 250 ml de líquido a cada 20 minutos de corrida.
Corrida entre 1 e 2 horas
Nesses treinos, as perdas de outros nutrientes começam a acontecer. Escolha bebidas com até 30 g de carboidrato. Ainda não há necessidade de concentrações muito elevadas. Naturalmente, a perda de eletrólitos também se intensifica. Agora, os níveis de sais minerais de sua bebida precisam ser maiores. Verifique no rótulo se o produto oferece em torno de 250 mg e 300 mg de sódio. Boas pedidas: Sport Drink (Nutrisport) e Power Gel, da PowerBar.
Corrida de 3 horas ou mais
Agora a reposição de carboidratos precisa ser intensa. A principal fonte de energia é a glicose presente no sangue. Daí a importância de manter estáveis os níveis de açúcar na corrente sanguínea. Caso contrário, o corpo vai buscar energia no músculo. Resultado: estresse muscular, risco de lesões e um grau tão elevado de fadiga que o corredor poderá ser obrigado a parar. Nessa etapa, a bebida precisa trazer entre 40 g e 60 g de carboidratos, além de concentração extra de eletrólitos (300 mg de sódio ou mais). Serão precisas outras fontes de carboidrato, como géis energizantes, frutas ou purê de batata em sachês. Também vale apostar na água intercalada com a bebida esportiva. Opções: Endurance V02 Max (Integralmedica), Glicodry Age (Nutrilatina) e Maltodextrin (Integralmédica).
Pós-corrida
Depois da corrida, é hora de consumir bebidas ricas em carboidratos e proteínas, que ajudam na recuperação muscular, evitando lesões nos treinos seguintes. Para cada grama de proteína, a bebida deve fornecer 3 ou 4 g de carboidrato. Já para saber o quanto deve ser reposto, calcule o que perdeu em peso e reponha 150% desse total. Exemplo: você chegou ao fim do trajeto com menos 1 kg? Deverá repor 1,5 litro de líquidos. E faça isso no máximo até 4 horas depois da corrida. Aposte: Accelerade (Pacific Health) e Endurox R4 (Pacific Health).
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Sds
Arquivo Pessoal: Fotos 5ª Corrida Duque de Caxias 10km
Atualizaçõ da sessão :
Minhas fotos.
Corrida
008 - 5ª Corrida Duque de Caxias 10km
Sds
Minhas fotos.
Corrida
008 - 5ª Corrida Duque de Caxias 10km
Sds
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
São Silvestre atinge limite de 20 mil corredores
As inscrições para a 84ª Corrida Internacional de São Silvestre, que será disputada no último dia do ano por ruas e avenidas de São Paulo, terminaram nesta terça-feira. As 20 mil vagas, abertas exclusivamente pela Internet no início de agosto, foram totalmente preenchidas. A quase um mês da prova, a São Silvestre confirma novamente o seu carisma e o sucesso de sua realização.
A entrega do kit do participante será feita juntamente com o chip de cronometragem a partir do dia 26, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiros, que fica na Rua Abílio Soares, 1.300. No dia 26, a entrega será feita das 9 às 19 horas; nos dias 27 e 28 os inscritos poderão retirar das 9 às 18 horas; no dia 29, o horário será das 9 às 20 horas; e no dia 30, a entrega funcionará das 8 às 17 horas. Muito importante: no dia da prova não serão entregues kits.
A organização pede atenção de todos os inscritos para os dias e recomenda para não deixarem para fazer a retirada nos últimos dias. Justamente por causa do grande número de inscritos, a entrega será feita em cinco dias.
O percurso é o mesmo das últimas temporadas, com total de 15 quilômetros. A largada será feita em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1578) e a chegada ocorrerá em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900).
A entrega do kit do participante será feita juntamente com o chip de cronometragem a partir do dia 26, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiros, que fica na Rua Abílio Soares, 1.300. No dia 26, a entrega será feita das 9 às 19 horas; nos dias 27 e 28 os inscritos poderão retirar das 9 às 18 horas; no dia 29, o horário será das 9 às 20 horas; e no dia 30, a entrega funcionará das 8 às 17 horas. Muito importante: no dia da prova não serão entregues kits.
A organização pede atenção de todos os inscritos para os dias e recomenda para não deixarem para fazer a retirada nos últimos dias. Justamente por causa do grande número de inscritos, a entrega será feita em cinco dias.
O percurso é o mesmo das últimas temporadas, com total de 15 quilômetros. A largada será feita em frente ao Masp (Avenida Paulista, 1578) e a chegada ocorrerá em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero (Avenida Paulista, 900).
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Corrida de Natal Chester Corpore

Mantendo a tradição de fazer uma bela festa num fim de tarde no Parque do Ibirapuera, será realizada no dia 13 de dezembro a Corrida de Natal Chester Corpore, fechando o calendário anual de nossa entidade.
Com um percurso de 5,5km quase inteiramente dentro do parque, a prova tem um caráter festivo e de confraternização, sem cronometragem e premiação.
Mas não é por isso que os participantes não levam prêmios para casa: todos os concluintes recebem camiseta e medalha!
Lembramos que devido as limitações do parque as inscrições são limitadas! Associados Corpore R$30; não-sócios R$40.
Não perca tempo, reúna seus familiares, amigos e equipe e venha fechar com chave de ouro o Circuito de Corridas Corpore com uma bela confraternização dentro do Parque do Ibirapuera!
Com um percurso de 5,5km quase inteiramente dentro do parque, a prova tem um caráter festivo e de confraternização, sem cronometragem e premiação.
Mas não é por isso que os participantes não levam prêmios para casa: todos os concluintes recebem camiseta e medalha!
Lembramos que devido as limitações do parque as inscrições são limitadas! Associados Corpore R$30; não-sócios R$40.
Não perca tempo, reúna seus familiares, amigos e equipe e venha fechar com chave de ouro o Circuito de Corridas Corpore com uma bela confraternização dentro do Parque do Ibirapuera!
A Corrida na Esteira é Diferente Daquela Feita ao Ar Livre?
Será que a energia gasta com a corrida na esteira seria a mesma com a corrida ao ar livre? Foi feita uma pesquisa com 8 fundistas que correram nos dois meios na mesma velocidade e nas mesmas condições e foi descoberto que do ponto de vista prático, não houve diferenças mensuráveis nas demandas aeróbicas da corrida submáxima (até 286 m/min), nem entre o consumo máximo de oxigênio medido em ambas as formas de exercícios nas mesmas condições ambientais. Entretanto, ainda é possível que para as velocidades mais rápidas na competição de endurance (resistência), a influência da resistência do ar se torne considerável aumentando o custo em oxigênio da corrida na pista em comparação com a corrida estacionária.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008

As inscrições já estão abertas para a 4ª edição da Corrida Oral-B- Prevenção do Câncer Bucal, dia 18/1.
A corrida terá um percurso de 7 km praticamente plano que passa por conhecidas e largas avenidas da Zona Norte de São Paulo como a Brás Leme e Olavo Fontoura. Com a arena montada na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (em frente ao Campo de Marte), a prova larga às 8h na Av. Santos Dummont.
Nessa edição, a entrega de kits será antecipada e ocorrerá nos dias que antecedem o evento. Como de costume, a prova contará com um lado social porque 10% da renda obtida com as inscrições serão repassadas a Casa Safira, entidade que recebe adultos e crianças que vêm a São Paulo para o tratamento de câncer, mas não têm como custear a estadia prolongada que a quimioterapia exige.
Associados Corpore e Dentistas pagam R$ 30; não sócios, R$ 40. As inscrições vão até 9/1. http://www.corpore.org.br/
Associados Corpore e Dentistas pagam R$ 30; não sócios, R$ 40. As inscrições vão até 9/1. http://www.corpore.org.br/
Coma certo para correr mais

Muitos corredores se controlam durante o dia todo, ingerindo poucas calorias. Mas no jantar, devido ao relaxamento, vem aquela fome e você acaba extrapolando. Comer pouco durante o dia e se esbaldar de noite é como encher o tanque do carro após chegar ao seu destino. Esse pode ser o padrão de muitas pessoas, no estresse diário, acabam ‘esquecendo’ de comer, talvez por não saberem selecionar corretamente os alimentos ao seu estilo de vida. Para alguns corredores, um bom plano nutricional cai no esquecimento.
Essa má distribuição de calorias com certeza acarretará um impacto negativo em seu treinamento. Principalmente quando pensamos em estocar glicogênio muscular e ter um índice glicêmico satisfatório. Você perderá inclusive após o treino da manhã, porque uma boa recuperação começa com uma alimentação adequada durante todo o dia.
A coisa certa
Para ter energia durante todo o dia, faça ao menos três refeições principais (desjejum, almoço e jantar) equilibradas compostas de fibras, minerais, vitaminas, carboidratos, proteínas e gorduras. Não se esqueça de elaborar dois pequenos lanches por dia (colação e lanche da tarde), utilizando: barras de cereais, biscoitos integrais recheados de embalagem unitária, biscoitos integrais de embalagem unitária, bolo simples de embalagem unitária, cereais, mix de frutas secas, frutas secas, frutas desidratadas, fruta in natura, suco, queijo de embalagem unitária, iogurte, leite, soja torrada, oleaginozas (nozes, castanhas, amêndoas), podem ser uma boa pedida nos intervalos de 3 em 3 horas.
Agende suas corridas em torno das refeições ou vice-versa. Isso significa estar abastecido no mínimo duas horas antes de correr.
Essa má distribuição de calorias com certeza acarretará um impacto negativo em seu treinamento. Principalmente quando pensamos em estocar glicogênio muscular e ter um índice glicêmico satisfatório. Você perderá inclusive após o treino da manhã, porque uma boa recuperação começa com uma alimentação adequada durante todo o dia.
A coisa certa
Para ter energia durante todo o dia, faça ao menos três refeições principais (desjejum, almoço e jantar) equilibradas compostas de fibras, minerais, vitaminas, carboidratos, proteínas e gorduras. Não se esqueça de elaborar dois pequenos lanches por dia (colação e lanche da tarde), utilizando: barras de cereais, biscoitos integrais recheados de embalagem unitária, biscoitos integrais de embalagem unitária, bolo simples de embalagem unitária, cereais, mix de frutas secas, frutas secas, frutas desidratadas, fruta in natura, suco, queijo de embalagem unitária, iogurte, leite, soja torrada, oleaginozas (nozes, castanhas, amêndoas), podem ser uma boa pedida nos intervalos de 3 em 3 horas.
Agende suas corridas em torno das refeições ou vice-versa. Isso significa estar abastecido no mínimo duas horas antes de correr.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Comprimento da Passada
A velocidade da corrida pode ser aumentada de 3 maneiras:
1) aumentando o número de passos por minuto
2) Aumentando a distância entre os passos
3) Aumentando tanto o comprimento quanto as passadas .
De acordo com estudos, ao duplicar a velocidade da corrida de 10 para 20 km/h, o comprimento da passada aumenta 85%, enquanto a frequência da passada aumenta apenas 9%. Aumento de velocidades acima de 23km/h eram obtidos principalmente graças ao aumento na frequência das passadas. Exceto para velocidades muito rápidas, a velocidade da corrida é aumentada principlamente pelo alongamento da passada. Isso não ocorre com o pedestrianista (velocista de marcha), quando o alongamento da passada passa a constituir um meio ineficaz de aumento da velocidade na marcha competitiva pois a marcha competitiva requer que o pé que está atraz permaneça sobre o chão , até que o pé da frente faça contato, exigindo uma maior participação da musculatura do tronco e dos braços. Esse fator explica o porque é mais econômico correr do que andar
Para correr a uma velocidade constante, parece haver uma combinação ótima de comprimento e frequência das passadas, que depende da mecânica da pessoa ou do "estilo" da corrida. Devido a essa falta de exatidão é melhor optar por uma passada exagerada que por passadas menores. Para o corredor profissional é importante deixar que ele corra com o comprimento da passada que eles escolheram através de anos de prática, produzindo um desempenho mais econômico na corrida. Por isso não existe um estilo melhor que seja característico dos corredores de elite! Apesar da análise biomecânica ajudar a corrigir certas irregularidades nos padrões de corrida
Bons Treinos
Be Happy
1) aumentando o número de passos por minuto
2) Aumentando a distância entre os passos
3) Aumentando tanto o comprimento quanto as passadas .
De acordo com estudos, ao duplicar a velocidade da corrida de 10 para 20 km/h, o comprimento da passada aumenta 85%, enquanto a frequência da passada aumenta apenas 9%. Aumento de velocidades acima de 23km/h eram obtidos principalmente graças ao aumento na frequência das passadas. Exceto para velocidades muito rápidas, a velocidade da corrida é aumentada principlamente pelo alongamento da passada. Isso não ocorre com o pedestrianista (velocista de marcha), quando o alongamento da passada passa a constituir um meio ineficaz de aumento da velocidade na marcha competitiva pois a marcha competitiva requer que o pé que está atraz permaneça sobre o chão , até que o pé da frente faça contato, exigindo uma maior participação da musculatura do tronco e dos braços. Esse fator explica o porque é mais econômico correr do que andar
Para correr a uma velocidade constante, parece haver uma combinação ótima de comprimento e frequência das passadas, que depende da mecânica da pessoa ou do "estilo" da corrida. Devido a essa falta de exatidão é melhor optar por uma passada exagerada que por passadas menores. Para o corredor profissional é importante deixar que ele corra com o comprimento da passada que eles escolheram através de anos de prática, produzindo um desempenho mais econômico na corrida. Por isso não existe um estilo melhor que seja característico dos corredores de elite! Apesar da análise biomecânica ajudar a corrigir certas irregularidades nos padrões de corrida
Bons Treinos
Be Happy
terça-feira, 25 de novembro de 2008
História : Maratona a mais antiga modalidade praticada no mundo
A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo.
Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.
O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou:
“Νενικήκαμεν” (vencemos a batalha) e depois morreu.
Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.
Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres.
A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km
Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.
O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou:
“Νενικήκαμεν” (vencemos a batalha) e depois morreu.
Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.
Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres.
A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km
Split positivo
Está nos manuais que o mais esperto é começar mais devagar uma prova e acelerar na segunda metade. O nome técnico da brincadeira se chama “split negativo”. Assim a corrida fica muito menos dura, as preciosas energias são reservadas para os momentos finais. Acelerar no início e administrar a vantagem no final é sempre mais dolorido. Quase todos sabem disso, mas pouquíssimos seguem o conselho. Por quê? Acho que, no fundo, não acreditamos na ciência. Quem garante que sobrará energia no final? Melhor mandar bala enquanto sobra oxigênio do que confiar na poupança futura. A sociedade de consumo não funciona mais ou menos assim? Não fazemos exatamente a mesma coisa com nossos salários?By: Runner´s World
É melhor treinar por tempo ou distância?
Muitos corredores já devem ter se perguntado qual melhor forma para realizar os treinos, por tempo ou distância?
Particularmente utilizo os dois métodos, pois acredito que ambos são importantes para a montagem e planejamento de treinos, pois na maioria dos treinos tanto o tempo como a distância são utilizados, por exemplo, treinos intervalados:
10x400m recuperação de 60 segundos ou treinos de ritmo em que o atleta deve cumprir certa distância em um determinado tempo.
Basta saber como essas variações de treinos serão administradas, lembrando sempre do volume e intensidade.
O treinamento por distância contribui para uma melhor mensuração nas séries de ritmo e tiros, pois são mais exatos e mais confortáveis no deslocamento em velocidade e na volta calma.
O treino por distância também colabora no ganho de confiança do atleta em relação à prova, além de utilizar uma melhor técnica de movimentos do que a dos treinos por tempo.Um estudo feito com atletas que treinam para prova de maratona mostra diferença na hora de correr a prova, os que treinavam mais por distância do que por tempo nas sessões específicas (longos e séries de ritmo) mostravam uma resposta mais regular de tempo por km.Já os que treinavam mais por tempo do que por distância variavam muito o ritmo durante a prova.
Outro fator importante de ser analisado no momento de programar os treinos é saber exatamente o que você tem à sua disposição e seus objetivos reais com a prova, pois assim você poderá dar mais ênfase aos treinos por distância ou por tempo.
Uma boa ferramenta para os treinamentos são as avaliações físicas realizadas em laboratórios específicos, a partir dos dados obtidos, como índices fisiológicos, o atleta tem como saber o que realmente está fazendo e fica a seu critério, fazer treino por tempo ou por distância.
Fonte Ativo.com
Por: Felipe Romano ( preparador físico em São Paulo )
Particularmente utilizo os dois métodos, pois acredito que ambos são importantes para a montagem e planejamento de treinos, pois na maioria dos treinos tanto o tempo como a distância são utilizados, por exemplo, treinos intervalados:
10x400m recuperação de 60 segundos ou treinos de ritmo em que o atleta deve cumprir certa distância em um determinado tempo.
Basta saber como essas variações de treinos serão administradas, lembrando sempre do volume e intensidade.
O treinamento por distância contribui para uma melhor mensuração nas séries de ritmo e tiros, pois são mais exatos e mais confortáveis no deslocamento em velocidade e na volta calma.
O treino por distância também colabora no ganho de confiança do atleta em relação à prova, além de utilizar uma melhor técnica de movimentos do que a dos treinos por tempo.Um estudo feito com atletas que treinam para prova de maratona mostra diferença na hora de correr a prova, os que treinavam mais por distância do que por tempo nas sessões específicas (longos e séries de ritmo) mostravam uma resposta mais regular de tempo por km.Já os que treinavam mais por tempo do que por distância variavam muito o ritmo durante a prova.
Outro fator importante de ser analisado no momento de programar os treinos é saber exatamente o que você tem à sua disposição e seus objetivos reais com a prova, pois assim você poderá dar mais ênfase aos treinos por distância ou por tempo.
Uma boa ferramenta para os treinamentos são as avaliações físicas realizadas em laboratórios específicos, a partir dos dados obtidos, como índices fisiológicos, o atleta tem como saber o que realmente está fazendo e fica a seu critério, fazer treino por tempo ou por distância.
Fonte Ativo.com
Por: Felipe Romano ( preparador físico em São Paulo )
Parque Ecológico do Tietê, recebe prova de 10K
No próximo dia 30 o Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo, receberá uma corrida de 10 quilômetros que leva o nome do parque e tem como objetivo incentivar a prática de atividades físicas como meio de saúde, qualidade de vida e de socialização.O evento contará com diversas categorias e distribuirá premiação em dinheiro.A largada está programada para acontecer às 9h na arena montada no interior do parque e o percurso passará por diversas estradas não pavimentadas e trilhas, até chegar novamente ao ponto de partida. Segundo os organizadores, haverá postos de hidratação nos quilômetros três; seis; oito e na chegada.Todos os que concluírem a competição receberão uma medalha de finisher, enquanto os três primeiros colocados na categoria geral masculina e feminina receberão troféus e premiação em espécie. Já os três melhores em cada uma das faixas etárias levarão para casa troféus.O Parque Ecológico do Tietê se localiza na altura do quilômetro 17 da Rodovia Ayrton Senna, no sentido São Paulo/ Rio de Janeiro.As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no Webrun
Fonte: http://www.webrun.com.br/
Fonte: http://www.webrun.com.br/
Reebok Christmas 10 Km

São Paulo (SP) – Já estão abertas, no site Ativo (http://www.ativo.com/), as inscrições para a Reebok Christmas 10 Km, prova que a marca de roupas e calçados esportivos Reebok irá realizar para comemorar a chegada do Natal.
Além do site, a partir do dia 4 de novembro, as inscrições podem ser feitas na loja Reebok Concept da Rua Oscar Freire, n 841, em São Paulo.A Reebok Christmas 10 Km acontece no sábado, 6 de dezembro, às 20hs, na USP. A inscrição custa R$ 85 reais e o limite máximo de participantes na prova será de 3 mil pessoas. Tanto no site quanto na Reebok Concept, as inscrições vão até o dia 30 de novembro ou até o término do número máximo de participantes da corrida.Os kits deverão ser retirados na Reebok Concept, entre as 10hs e 19h30, no horário comercial, também a partir do dia 4 de novembro.A prova será repleta de atrações natalinas seguindo a tradição das corridas noturnas da Reebok, como lounge iluminado, experimentação e venda de produtos da marca, queima de fogos e outras surpresas.
Acessórios Necessários
Um bom par de tênis é muito importante para lhe garantir uma boa corrida livre de lesões. Os tênis especiais para corrida absorvem o choque das passadas e ainda estabilizam seus pés no solo. Um bom tênis deve: ser flexível, ter uma sola grossa, um acochoamento para o calcanhar para o tendão de aquiles, a sola deve ser mais larga que a parte de cima, ser confortável com bastante espaço dentro dele e ainda mais alto na parte de traz.
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