NASCIDOS PARA CORRER !!

Sejam bem vindos.
Espero que este Blog, possa trazer um bom conteúdo, se você chegou aqui é porque temos algo em comum: Amor a Corrida !
Giba Angelucci Junior
junior.angelucci@gmail.com
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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Um mês de preguiça - Setembro de 2011


Preguiça, serviços extra, família, correria com os preparativos de mudança de residência, falta de um objetivo em uma prova que realmente me fizesse a buscar algo diferente, isso tudo somado a outros por menores fizeram do mês de setembro um mês muito abaixo da média. O treino deste mês inteiro, não deu a quantidade real de treinos que eu deveria treinar em uma semana.

O fato de eu não poder ir à Maratona de revezamento Bertioga Maresia, por motivos particulares, me causou certo desanimo geral, e simplesmente encostei e não treinei, e nos raros dias que dava pra treinar, a preguiça tomou conta e eu simplesmente amarelei e não sai de casa.
Mas agora em outubro volto a treinar pesado, visando a meia maratona do circuito athenas ( se eu for, pois esta marcada para o mesmo dia a corrida da VW, que eu realmente adoro correr neste percurso ) ou a Maratona de Revezamento Ayrton Senna, ao qual pretendo fazer os 21km no autódromo assim sendo, eu preciso começar a treinar novamente e com esses objetivos pela frente, com certeza, vencerei essa tal de preguiça....

Segue minhas estatísticas!

Base Setembro de 2011
Distância Total Percorrida: 41,4 km
Tempo Total Percorrido: 04H19M10S
Corrida mais longa: 10 Km em 07 de setembro ( 2º GP Runners ).
Velocidade média do mês: 159,74 M/m – 9,58 Km/h
Ritmo médio: 06:15 min/Km ( 3 segundos em média menor que Ago/11 )
Dos 57 meses que pratico corrida, foi meu 41º melhor mês no ranking de corridas.

Participei de uma corrida nesse mês

- 2ª GP Runners

Acumulado 2011
Distância Total Percorrida: 646,16 km
Média Mensal : 71,80Km
Tempo Total Percorrido: 67H42M12S
Corrida mais longa em 2011: 21,1 Km em 31 de Julho ( Meia Maratona de São Bernardo ).
Velocidade média do ano: 159,60 M/m – 9,58 Km/h
Ritmo médio: 6:15 min/Km ( 9 segundos em média a mais que 2010 )

Total Geral desde Janeiro de 2007 ( 57 meses )
Distância Total Percorrida: 3.305,42km
Média Mensal na somatória dos anos : 57,99 Km
Média Anual : 661,08Km
Tempo Total de Corridas e treinos: 335H16M52S
Corridas mais longas : 21,1 Km em 31 de Julho ( Meia Maratona de São Bernardo ).
Velocidade média anual: 164,80 M/m – 9,89 Km/h
Ritmo médio: 6:05 min/Km

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vinho, um santo remédio !

Ola meus amigos seguidores e corredores em geral.

O principal objetivo do meu blog é trazer informações gerais de corridas, triathlon e atividades relacionadas ao esporte bem como meus registros pessoais, mas sempre que encontro algo interessante sobre saúde em geral também publico aqui, para que possamos sempre ter um bom conteúdo informativo sobre o bem estar geral de todos nós.

Assim, encontrei umas matérias publicadas, que achei super interessante, pois além de trazer um bom beneficio a saúde ainda traz algo muito bom e agradável que é o ato da degustação de uma boa taça de vinho.
E como apreciador da arte não poderia deixar de publicar. Segue ...

Degustar um bom vinho é quase um ritual. E até chegar ao momento de saboreá-lo, é preciso ficar atento a alguns detalhes que fazem toda a diferença para um bom paladar. Por exemplo? Para tomar um vinho tinto, a temperatura ideal deve está entre 14º a 18º centígrados; já o vinho branco – mais suave, doce e muito apreciado pelas mulheres – exige temperatura entre 6º a 9º. Se o paladar agradece o sabor de um bom vinho, todo o corpo se beneficia de seus efeitos. “Faz bem para o coração, previne o mal de Alzheimer , retarda o envelhecimento e auxilia no emagrecimento”, afirmam os especialista, ressaltando que os benefícios são sentidos se o hábito de tomar o vinho for contínuo. A quantidade ideal para perceber esses efeitos no corpo? 1 taça ao dia. A explicação para tantos benefícios encontra-se nas substâncias encontradas na casca das uvas, a exemplo dos polifenóis, extraídos durante o processo de vinificação. O resveratrol - poderoso antioxidante e anti -inflamatório – é encontrado no vinho tinto e em maior quantidade nos tipos Cabernet, Sauvignon e Merlot.

AÇÃO DO VINHO COMO COMPLEMENTO ALIMENTAR

Alguns elementos de sua composição fazem parte da dieta normal e necessária para o ser humano. Entre seus múltiplos componentes, podemos destacar:

    ÁGUA - Cerca de 80% do vinho é constituído de água. O corpo humano por sua vez, se compõe de três quartas partes desse elemento. Pode portanto contribuir para a hidratação.

    AÇÚCARES - No processo da fermentação, o açúcar da uva representado pela glicose e frutose, é transformado em álcool, porém, uma certa quantidade residual permanece (cerca de 1 a 3g/l nos vinhos secos) sem se transformar, somada aquela representada por açúcares que não se degradam pela ação das leveduras, como a pentose, arabinose e xilose. No caso dos vinhos secos essas quantidades são praticamente desprezíveis, mas no caso dos vinhos doces, passam a ser significativas.

    VITAMINAS - A uva contém em sua composição uma série de vitaminas que são transferidas para o vinho. As principais detectadas são: B1 (TIAMINA - B2 (RIBOFLAVINA) - NIACINA (ÁCIDO NICOTÍNICO) - B6 (PIRIDOXINA) - B12 (COBALAMINA) - A (RETINOL) - C (ÁCIDO ASCÓRBICO). Cada uma delas funcionando como catalisadores nas reações orgânicas e ação preventiva de doenças específicas, como a Tiamina na prevenção do Beri-Beri.

    SAIS MINERAIS - O vinho possui uma quantidade significativa de oligoelementos como: Potássio, Cálcio, Fósforo, Zinco, Cobre, Flúor, Alumínio, Iodo, Magnésio, Boro, etc.

    ÁLCOOL ETÍLICO - A participação do álcool na composição do vinho gira em torno de 7 a 14 g/litro, nos vinhos secos, que são os mais comumente consumidos. Esse dado vem expresso no rótulo em % ou GL (Gay Lussac), que traduz a porcentagem ou teor por volume.
    Sabe-se que o álcool é uma substância calórica que gera energia, sendo essa sua atuação no organismo.

    O corpo humano tem a capacidade de metabolizar cerca de 1 g de álcool por quilo de peso, por dia (1g/kg/dia). Trata-se de quantidade máxima, não ideal. Por outro lado, 1g de álcool produz aproximadamente 7 calorias. Com base nesses dados, fica fácil estabelecer-se qual a exata quantidade de calorias que se pode oferecer numa dieta, incluindo o vinho.

    Inclusive as pessoas em regime de emagrecimento podem calcular sua dose, podendo desfrutar de seu vinho sem culpa ou constrangimento.

    Não se pode esquecer que o consumo deve ser moderado, porque o excesso vai impregnar os tecidos, funcionando de maneira tóxica, sobretudo no fígado. Cabe lembrar que o álcool excedente no sangue é que causa a embriaguez, e não aquele assimilado.

AÇÃO TERAPÊUTICA DO VINHO

A Universidade de Bordeaux realizou inúmeros estudos e experimentos para elucidar o chamado "PARADOXO FRANCÊS", segundo o qual a população daquele país apesar de uma dieta extremamente gordurosa, apresentava índices baixíssimos da incidência de doenças coronarianas. Depois de exaustivas pesquisas, chegou-se à conclusão que o elemento responsável por esse fenômeno era o consumo de vinho em doses moderadas. O estudo se estendeu à incidência de outras doenças como o câncer de mama e doenças hepáticas. A pesquisa levou em conta as diferenças de condições de vida, o aspecto físico, hábitos alimentares, etc., reunindo três grupos de indivíduos relativamente ao consumo de vinho:

    1. ABSTÊMIOS
    2. CONSUMIDORES MODERADOS
    3. CONSUMIDORES EXCESSIVOS

    O resultado foi o seguinte:

    1. Incidência ALTA das moléstias no grupo de abstêmios
    2. Incidência BAIXA das moléstias nos consumidores moderados
    3. Incidência ALTA das moléstias nos consumidores excessivos

Os estudos levaram em conta quantidades variáveis da bebida até atingir aquela considerada por definição MODERADA.

A seqüência dos estudos estabeleceu qual a ação e os elementos do vinho que agem na prevenção da Doença Coronariana. Assim, ficou evidente que a ação se faz fundamentalmente junto aos índices de Colesterol, promovendo aumento da fração conhecida por HDL que é a lipoproteína de densidade alta desse elemento, sendo chamada de "bom colesterol". Sabe-se que Colesterol e Triglicérides estão envolvidos com depósitos nas paredes dos vasos coronarianos, promovendo seu estreitamento até à obstrução completa (infarto do miocárdio).

Outra ação é aquela que evita a agregação de plaquetas, elementos celulares encontrados no sangue envolvidos nos fenômenos de coagulação. Essa agregação leva à formação de trombos, verdadeiras "rolhas" que vão obliterar a luz do vaso, impedindo a livre circulação do sangue.


COMPONENTES DO VINHO COM AÇÃO TERAPÊUTICA

Existem dois grandes grupos de substâncias no vinho, que atuam evitando a situação acima referida, alem de atuarem com ação anti-fúngica, anti-virótica, anti-bacteriana e anti-oxidante, na captação de radicais livres. Sabe-se que a oxidação celular está presente nos processos metabólicos do envelhecimento celular. Eis as principais substâncias:


COMPONENTES FENÓLICOS

Que se dividem em FLAVONOIDES E NÃO FLAVONOIDES

    FLAVONOIDES

    - CATEQUINAS (Procianidinas nas sementes e polpa)
    - FLAVONOIS (casca)
    - ANTOCIANIDOIS (casca)
    - EPICATEQUINA
    - MALVIDINA
    - CIANIDINA
    - MIRICETINA
    - QUERCITINA

    NÃO FLAVONOIDES

    - ÁCIDO BENZÓICO (Ac. hidrocinâmico da polpa)
    - ESTILBENO (onde se encontra o RESVERATROL, principal substância na ação terapêutica)
    - ÁCIDO CAFEICO
    - ÁCIDO SINÁPICO
Finalmente, cabe ressaltar que o vinho age ainda como diurético, vaso-dilatador periférico, além de atuar como anti-depressivo, desinibidor, relaxante e grande evocador de otimismo. Como se pode constatar, o vinho em doses moderadas é benéfico e com prazer...

Por todos esses títulos podemos encerrar recomendando ao leitor que ao brindar com uma taça de vinho, diga alto, bom som e com razão:

Beba com moderação....


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Gelo - A aplicação que alivia dores e traumas

Saiba como o tratamento pode ser uma ótima opção para aliviar as dores após provas e treinos longos, em meados de 2009, eu já havia publicado ao sobre este assunto, mas recebi vários e-mails perguntando sobre essa pratica e resolvi, divulga-lo novamente e acrescentando informações mais novas, espero que assim este artigo possa ajuda-los.

A utilização de gelo para curar inflamações e problemas médicos no geral é uma prática milenar, e já era adotada por gregos e romanos, que aproveitavam o gelo natural para tratar os pacientes. Nos dias de hoje, o processo evoluiu, e a técnica conhecida como crioterapia ganha cada vez mais espaço no processo de recuperação do atleta.


Procedimentos e técnicas

Há diversos estudos apontando técnicas de uso do frio na fisioterapia. A crioterapia pode ser aplicada de três formas:
· Resfriamento conectivo: movimento de ar sobre a pele e é raro seu uso terapêutico;
· Resfriamento evaporativo: quando uma substância aplicada à pele usa a energia térmica para evaporar, diminuindo assim a temperatura da superfície;
· Resfriamento condutivo: usa a aplicação local de frio e, à medida que o calor do objeto mais elevado (corpo) é trans­ferido para o objeto mais frio, há um decréscimo na escala de temperatura, ocasionando respostas locais e sistêmicas.

Existe ainda técnicas diversas para o uso da crioterapia como :

Bolsas Frias
Michlovitz (1996) explica essa técnica de bolsas frias que podem ser compradas por preço baixo ou facilmente feitas. As marcas comerciais usualmente contêm gel de sílica e está disponível no mercado em diversos tamanhos e formatos para cobrir a área a ser tratada de forma mais adequada. As bolsas podem ser guardadas em uma unidade especial de refrigeração ou em freezer doméstico. A temperatura de armazenamento deve ser de aproximadamente -5ºC por pelo menos 2 horas antes de uso. Por razões de higiene, deve se colocar uma toalha entre a bolsa e a superfície da pele. O ar é um condutor térmico pobre, portanto, devemos molhar a toalha com água para que facilite a transferência de energia.

Compressa Fria ou Panqueca Fria
A panqueca fria é utilizada com freqüência por pessoas em suas casas. Para se preparar uma panqueca fria devemos molhar uma toalha em água fria e adicionar, dentro da toalha, gelo moído e dobramos em forma de uma panqueca.
Na compressa fria molhamos uma toalha em água fria e dobramos em forma de uma compressa.
A panqueca fria é mais eficiente do que a compressa fria, mas, mesmo assim, o seu efeito terapêutico, para reduzir a temperatura de um tecido, é muito limitado.
Pode ser indicada nos casos onde necessitamos de um resfriamento superficial. Esse método tem eficiência em torno de apenas 5 min, pois a partir desse momento a temperatura se eleva perdendo assim o objetivo do tratamento.

Massagem com Gelo
Segundo Rodrigues (1995) a massagem com gelo já é bastante conhecida e utilizada, mas seus efeitos fisiológicos ainda não foram discutidos e interpretados para que a mesma possa ser indicada.
A massagem com gelo é feita geralmente sobre uma área pequena, sobre um músculo, um tendão ou sobre pontos gatilhos. Essa técnica é simples e pode ser ensinada a pacientes confiáveis para aplicação doméstica.
A água é congelada em copo de papel para facilitar o manuseio do gelo pelo terapeuta. Outra alternativa seria colocar um palito no copo com água e teria assim o formato de um "pirulito" e seu manuseio seria através do palito para aplicação dessa técnica.
Uma área de 10 a 15 cm pode ser coberta em 5 a 10 min. O gelo é aplicado sobre a pele em movimentos circulatórios ou no sentido de "vai-e-vem". Durante a massagem com gelo o paciente experimentará provavelmente quatro sensações distintas incluindo frio intenso, queimadura, dor e então analgesia. Os estágios de queimadura e dor devem passar rapidamente dentro de 1 a 2 min. Uma fase mais prolongada de dor e queimação pode ocorrer se a área coberta for muito grande ou se uma resposta hipersensitiva for iminente. A temperatura da pele normalmente não cairá abaixo de 15ºC quando esta técnica for empregada e assim o risco de dano ao tecido é mínimo.
As respostas fisiológicas podem ser afetadas por dois fatores:
Aplicação é fásica: conforme a área é massageado, o gelo fica em contato com uma área específica e o tecido é exposto de novo a temperatura ambiente, tomando assim o resfriamento mais lento;
Ação da massagem com gelo estimula os receptores mecânicos: quando executada por movimentos curto e breve; facilita a inibição neural, quando executada por movimento lento e prolongado. Esta é uma boa técnica para a aplicação sobre áreas pequenas.
Uma outra forma de massagem com gelo é a técnica de Rood, que realiza movimentos de varredura rápido e diretamente sobre os músculos tentando melhorar a contração muscular.

Banho de Imersão
Essa técnica é utilizada para cobrir um seguimento corporal, utilizando água misturada com gelo. O tempo de aplicação é regulado por quanto se quer reduzir a temperatura do local a ser tratado. É importante destacar que essa técnica leva a uma diminuição da temperatura muito rápida, em comparação com as outras técnicas.
Quando o objetivo for resfriar as extremidades, é mais prático o banho de imersão, a menos que seja desejável uma elevação simultânea. Essa técnica assegura contato circunferencial do agente resfriador.
Podemos utilizar essa técnica em extremidades como: cotovelo, braço, mão e tornozelo, mas também pode ser utilizada em grandes áreas como a região lombar ou membro inferior.
É necessário um recipiente com tamanho suficiente para cobrir a área a ser tratada. Iremos dosar a quantidade de gelo em relação a água para obtermos a temperatura desejada para realizar a terapia.
Pacote de Gelo
Essa técnica é a mais utilizada entre todas as outras, porém, muitos terapeutas encontram dificuldades para a modelagem da articulação ou das extremidades. Portanto, para facilitar a modelagem, devemos moer ou triturar o gelo e, após colocarmos dentro de sacos plásticos, devemos retirar o ar e fechar em seguida.
O pacote poderá ser fixado ao local da aplicação por faixas, ataduras de crepe ou um peso para estabilizar o pacote quando possível.
A temperatura do pacote está em torno de 1ºC a 3ºC aproximadamente

Turbilhão Frio
Esse aparelho tem as mesmas características do turbilhão convencional, isto é, um recipiente com um reservatório de água e um aparelho que proporciona um jato de água, porém, atua com uma temperatura entre 1ºC a 5ºC para tratamento de áreas pequenas e de 10ºC a 15ºC para trabalhar em áreas grandes. O jato de água tem o objetivo de massagear a área. Não foi encontrado mais detalhe dessa técnica. Rodrigues questiona em seu trabalho que "o banho frio tem o objetivo de reduzir o metabolismo e promover a vasoconstrição, mas quando nós fazemos hidromassagem nos tecidos, não estamos promovendo estilos para um maior efeito metabólico, muito embora em proporções bem menores do que ocorre no banho quente.

EFEITO FISIOLÓGICO

Foi encontrado na literatura, diversos efeitos fisiológicos ocasionados pelo uso da crioterapia e são eles:
- Anestesia
- Redução da dor
- Redução do espasmo muscular
- Estimula o relaxamento
- Permite mobilização precoce
- Melhora a amplitude de movimento (ADM)
- Estimula a rigidez articular
- Redução do metabolismo
- Redução da inflamação
- Estimula a inflamação
- Redução da circulação
- Estimula a circulação
- Redução do edema
- Quebra do ciclo dor-espasmo-dor
Os efeitos fisiológicos citados são conflitantes entre os autores, por esse motivo iremos verificar quais desses efeitos tem algum trabalho experimental ou se são comprovados cientificamente com trabalhos randomizados com grupo controle.
Iremos dividir esses efeitos em grupos, já que foi notado que um efeito ocasiona outro. Os grupos serão:
· Efeitos Circulatórios
· Efeitos no Processo Inflamatório
· Efeitos Metabólicos
· Efeitos na Dor
· Efeitos Musculares
· Efeitos nos Nervos Periféricos

Precauções
O frio pode causar um aumento na pressão sistólica e diastólica transitório. Um monitoramento cauteloso deve ser feito se usar a crioterapia para pacientes hipertensos. A pressão arterial deve ser aferida antes e depois do tratamento. O tratamento deve ser suspenso se houver um aumento significativo da pressão arterial.
A crioterapia deve ser aplicada com cautela em indivíduo com hipersensibilidade ao frio, circulação defeituosa e doenças termo-regulatórias. Se após essas considerações a crioterapia for o tratamento escolhido desses pacientes, monitoramentos próximos da resposta e ajuste apropriado aos parâmetros de tratamento são necessários. Diminuindo a duração e ajustando a intensidade da aplicação, podemos produzir os efeitos desejados sem provocar reações adversas.

Be Happy

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Por que você corre?

Eu corro porque eu gosto de correr.
Não tinha como não replicar este texto, que peguei no Facebook, ele é muito bom e retrata extamente o que nós corredores ouvimos de muitas pessoas...... Por que você corre?


Segue o texto.....
Mil vezes já me perguntaram 'do que vc corre tanto?' E a resposta: não corro de, corro para... Pra me colocar no meu devido lugar, pra ser parte de algo. Não sei se tenho um bom motivo pra correr. Mas tenho absoluta certeza q nao tenho nenhum pra parar. Simples assim. Ponto.

Correr??? Pra quê???

Correr não é divertido.
Correr dói.
Correr faz sofrer.
Correr te coloca em evidência diante de si mesmo, fazendo-te encarar suas piores sensações, piores estados físicos, simplesmente para chegar até "o final".
A corrida é egocêntrica, e o corredor é vítima deste egocentrismo.
"Correr" é ingrato.
Você corre 10, 20, 30km, e nunca, nunca, consegue responder à pergunta ridiculamente boba:
- "Pra quê você corre?".
Não consegue ou não quer.
Responder "pra chegar no final" seria muito pouco, e ainda assim não tem resposta melhor.
Correr machuca.
E se está um sol escaldante, correr piora.
No seu aquecimento já se vão litros e litros de água, expelidos do seu corpo por todo e qualquer póro que ele possua.
Quando se começa a correr, seus braços pesam.
Suas pernas querem se arrastar pelo chão.
O caldo de cana é uma tentação, e o boteco da esquina não fica nada atrás.
As pessoas estão tomando cerveja, passeando, caminhando, fugindo do sol.
Você não.
Você precisa correr.
Correr é uma droga.
Correr vicia.
Sem falar do percurso, que em geral sai e retorna ao mesmo ponto.
Você chega na metade sem água, sem forças, sem ânimo, e tem todo o caminho pra voltar.
Você já sabe o que vai enfrentar...
Subidas, descidas, sombras, muito sol...
O caminho se desenha na sua cabeça, e martela um mantra desesperador sobre o caldo de cana geladíssimo, logo ali na frente.
Sua mente é colocada à prova.
E me perguntam porque eu corro...
Eu corro porque correr nunca foi fácil, e nunca vai ser.
Eu era estudante e correr era difícil; eu fui estagiário e correr era difícil; eu sou empresário e correr continua difícil.
Não importa seu carro, quantas namoradas você possui ou o cargo que você carrega na sua empresa.
Não importa se tem família, se é velho, se é novo.
Correr nos coloca no mesmo patamar.
Ninguém é vítima, e ninguém é vilão.
Eu corro pra me colocar no meu lugar.
Eu corro pra sofrer enquanto um velhinho passa tranqüilo, e corro pra passar tranqüilo por um adolescente.
Eu corro pra brigar, pra comprar a briga comigo mesmo e provar, sofra o quanto sofrer, que sim, eu consigo.
E corro pra meditar, e colocar tudo no seu devido lugar.
Eu corro pra ser parte de algo.
Correr é ser parte de um mundo onde não importa nada além da sua própria determinação.
Não corro pra vencer dos outros.
Corro pra me lembrar que é ruim com chuva, e é ruim com sol também, e que reclamar disso nunca muda nada.
Eu corro porque eu gosto de correr.
Não sei se tenho um bom motivo pra isso.
Sei que não tenho nenhum que me faça parar.
Ponto.

By Rafa Faria e Renata Monte Alegre

quarta-feira, 30 de março de 2011

Mitos e Fatos sobre as Cãibras Musculares...

As cãibras são uma das causas mais comuns de dor entre os corredores, e são especialmente associadas às corridas de longa distância, como maratonas e ultramaratonas. Dificilmente alguém nunca passou pela experiência, mas para estes não custa informar que cãibra é uma contração muscular súbita, involuntária e dolorosa de um grupo muscular. Como existem vários mitos que se formaram sobre as causas e os tratamentos deste problema, que atinge tanto atletas iniciantes quanto veteranos campeões, vamos esclarecê-los.

Mito: As cãibras são causadas por cansaço muscular
Em termos: As cãibras podem ser causadas por vários motivos. Elas podem ser divididas em cãibras fisiológicas (que ocorrem em músculos normais, causadas pelo exercício físico), patológicas (que ocorrem em músculos ou nervos doentes) e cãibras sintomáticas (associadas a alguns tipos de doenças ou ao uso de medicamentos). Como nosso artigo é sobre as cãibras relacionadas ao exercício, todos os comentários referem-se a este tipo, que é o mais comum.

Mito: As cãibras são mais comuns nas pernas
Verdade: Elas são mais comuns nos músculos que cruzam duas juntas (ou articulações), como os da panturrilha e anteriores e posteriores da coxa. Estes músculos são mais longos e o reflexo deles é mais estimulado, pois são esticados com maior freqüência. Uma outra forma de cãibras são as dores provenientes da contração involuntária do diafragma, que causa a famosa dor de barriga nos atletas destreinados ou que se submetem a um esforço exagerado.

Mito: Não se sabem as causas das cãibras
Em termos: Várias teorias tentam explicar a origem da cãibra associada ao exercício. A mais aceita foi desenvolvida por cientistas da África do Sul (Timothy Noakes e Martin Schwellnus) e envolve uma causa a partir do sistema nervoso. Todo músculo é controlado por um determinado nervo, que estimula a sua contração. Músculos que trabalham encurtados por muito tempo, como em uma maratona, levam a uma estimulação excessiva deste nervo, provocando um reflexo de contração anômala, desencadeando a cãibra.

Mito: Existem medicamentos que podem causar cãibras
Verdade: Várias substâncias podem facilitar a ocorrência de cãibras, entre elas, diuréticos e remédios para pressão.

Mito: Cãibras acontecem apenas em atletas destreinados
Falso: Mais de 90% das pessoas, mesmo não praticantes de corrida, terão algum episódio de cãibra durante a vida. Atletas destreinados que exageram na carga de exercícios apresentam maior risco de terem cãibras. Entretanto, mesmo veteranos podem ter cãibras, se realizarem um esforço acima do habitual.

Mito: Algumas pessoas têm mais cãibras que outras.
Verdade: Há uma predisposição pessoal para ter cãibras, que podem não parar de acontecer mesmo com tratamento adequado. Alguns atletas sempre têm cãibras após correr 30, 40 ou mais quilômetros, apesar de estarem bem preparados para correr, alimentarem-se bem e cumprirem boa hidratação. Este fenômeno ocorre mais em atletas idosos, pesados ou que não apresentem bons hábitos de alongamento.

Mito: Quanto mais nervoso o atleta, mais cãibras ele pode ter.
Verdade: O aspecto psicológico é importantíssimo para as cãibras serem evitadas. Em um estudo americano, apenas o ato de tomar uma pílula sem efeito (placebo) antes de uma maratona, levou a que um grupo de atletas tivesse menor incidência de cãibras que os atletas que disputaram a mesma prova. Quanto mais preparado mentalmente um atleta para seu desafio, melhor ele se sairá.

Mito: Durante uma cãibra, não há nada a fazer
Falso: Na hora em que uma cãibra ocorre, o grupo muscular afetado deve ser alongado de imediato, para reduzir a duração da dor e para evitar novas cãibras. Quando a dor é na região da panturrilha, a melhor maneira de alongar é subir um degrau ou uma guia e soltar o peso em cima do calcanhar, esticando o joelho e alongando os músculos do tendão de Aquiles. Quando a dor é na região da frente da coxa, apoiar o braço em algum poste ou parede, ficar em cima da perna que não dói e segurar o peito do pé da coxa contraída, tentando juntar o calcanhar na região glútea e jogando o corpo para trás. Logo após parar de correr, colocar gelo na musculatura dolorida ou tomar um banho frio ajuda de duas maneiras: previne a inflamação e melhora a dor local (baixa o estímulo dos nervos e do reflexo da cãibra). Se a cãibra for acompanhada de tonturas, mal-estar e vertigens ou desmaio, o atleta deve interromper imediatamente o exercício e procurar atendimento médico urgente.

Mito: Bebendo bastante água consigo prevenir cãibras
Falso: O consumo excessivo de água, sem reposição de sal, pode desencadear uma baixa do nível de sódio no sangue (hiponatremia), uma das causas de cãibras patológicas.

Mito: Comer bananas evita as cãibras.
Falso: A banana é uma ótima fonte de potássio, porém as cãibras associadas à perda de líquidos e sais pelo suor são devidas à diluição do sódio no sangue, como mencionado na explicação do mito anterior. O uso de bebidas isotônicas ou água e alimentos com sal são métodos mais efetivos para prevenir este tipo de cãibra.

Mito: Beber água tônica evita as cãibras
Falso: Embora o quinino, substância presente na água tônica, tenha sido usado na prevenção de cãibras, seu uso foi recentemente proibido nos Estados Unidos, devido à sua toxicidade. Mas em estudos europeus, idosos com cãibras noturnas tratados com quinino obtiveram sucesso no tratamento. De qualquer maneira, a quantidade de quinino na água tônica é muito pequena para ter efeito sobre cãibras.

Mito: Não há como prevenir as cãibras
Falso: O fator mais importante na prevenção é o treinamento adequado, progressivo e acompanhado do hábito de aquecer progressivamente ao iniciar a corrida e alongar a musculatura, especialmente depois de correr. A alimentação adequada e a reposição hidroeletrolítica durante a corrida previnem as cãibras que acompanham a desidratação e os desequilíbrios dos sais minerais (hiponatremia ou hipernatremia) ou da glicose (hipoglicemia). Se as cãibras são recorrentes, apesar de adequadamente tratadas, um médico especialista em Medicina do Esporte deve ser procurado.

Por Zé, o Maratonista ....

Be Happy

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Outubro de 2010 - Minha Estatística !

Ola ! Amigos
Salve #Twittersrun !
Buscando maiores desafios .... !

Segue Minha Estatística de Treino ! Base Outubro de 2010
Distância Total Percorrida: 103,10 km
Tempo Total Percorrido: 10H30M16S
Treino mais longo: 10,10 Km em 28 de Outubro.
Velocidade média: 163,60 M/m - 9,82 Km/h
Ritmo médio: 6:06 min/Km
Média km/2010: 57,21 Km
Dos 46 meses que pratico corrida, foi meu melhor mês.
Não participei de provas em Outubro de 2010

Estatística Geral - Jan/2007 - Out/2010
Distância Total Percorrida: 2468,58 km
Tempo Total Percorrido: 247H53M07S
Média km/Ano: 617,15 km
Média km/Mês: 57,52 Km
Velocidade média: 166,18 M/m - 9,98 Km h
Ritmo médio: 6:03 min/Km
36 provas realizadas em toda a minha tragetória, 7 no ano de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Planilha do Desafio ... by Correndo e Emagrecendo

Atualização 3º Parte.
Minha balança não vai com a minha cara mesmo, mas eu vou continuar brigando com ela. Não sei bem ao certo se é motivo de comemoração, uma vez que eliminei apenas 0,20Kg, em 1 semana, mas já fico bem feliz por não engordar, porém ao mesmo tempo minha meta começa a ficar distante, e hoje já são 0,90 Kg do objetivo desta semana.
Vou ter de começar um novo plano para que possa melhorar essa marca, mas já começo a ver minha meta distante de ser atingida em 31/12/2010.


As últimas recomendações do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) informam que o exercício físico é mais importante para perder peso do que a dieta. Está claro que não se pode passar a vida inteira em dieta, mas pode-se praticar esportes todos os dias. Cada vez mais, estudos científicos revelam a importância da atividade física para perder peso e mantê-lo, queimando as calorias extras, sem restrições exageradas.
Entre todos os esportes, correr é seu melhor aliado para emagrecer comendo quase de tudo, sempre seguindo uma dieta equilibrada e restringindo alguns alimentos ricos em gordura.



Be Happy !

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Contra a perda de desempenho

Muitos corredores sofrem uma perda de desempenho no meio das competições.
Isto acontece porque no início das competições, somos tomados pela euforia da partida e acabamos por exagerar no ritmo inicial da prova.
No meio da competição sentimos dificuldade em manter o mesmo ritmo da partida.
Mas no final da prova, a emoção da chegada faz-nos acelerar novamente.
Para evitar a perda de desempenho no meio da prova, tente não exagerar no ritmo da partida, e faça um destes dois tipos de treino explicados a seguir, para melhorar o seu desempenho na parte intermediária da competição :
Faça um treino de 10 a 12 km, uma vez por semana, começando com um ritmo lento nos primeiros 2 km, e depois aumente o ritmo nos próximos 5 ou 6 km (no ritmo que usaria numa competição de 10 km). Depois desta "aceleração", faça o restante do treino em ritmo lento, para relaxar.
Faça uma corrida longa, uma vez por semana, incluindo 3 séries (acelerações) de 1 minuto com um minuto de corrida lenta entre eles. Exemplo: corra 10 minutos em ritmo lento para aquecer, faça 3 séries de 1 minuto (com intervalo de 1 minuto de corrida lenta entre eles), corra mais 10 minutos em ritmo lento, faça outra sequência de 3 séries de 1 minuto, e termine o treino com mais 10 minutos de corrida lenta.
Fazendo um destes dois tipos de treino toda semana, acostuma o seu corpo a mudanças de ritmo, e terá melhores condições de fazer uma boa prova.

Por Zé ! O maratonista

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Planilha do Desafio ... "#100dias" atualização

Salve PessoALL
Ontem , anexei a Planilha do Desafio "#100dias" running, para que tivesse uma sequência no controle, porém como iniciamos o trabalho em uma terça, estou usando esse dia como base e assim, tentarei, publicar toda a semana meu esforço pra atingir a minha meta.
Como já postei não é uma tarefa fácil, mas com os treinos, e o apoio do pessoal # twittersrun @ twitersrun e os visitantes do Blog, vou fazer o meu melhor e espero conseguir atingir o meu objetivo.
Como na semana passada houve um aumento significativo de peso, essa semana j á consegui administrar e voltar a emagrecer, voltando basicamente ao peso de 15 dias atrás, porém tirando pela meta que tracei, ainda estou em torno 0,70Kg acima do que eu deveria estar nesta data.
Minha balança não vai com a minha cara mesmo, mas eu vou continuar brigando com ela. kkkk




Be Happy

Correr ou caminhar?

Por. Blog Mexa-se.
A dúvida é comum especialmente entre aqueles que ainda não iniciaram alguma atividade física.
A corrida acaba sendo mais eficaz do que a caminhada (quando o objetivo é emagrecer) por um motivo simples: o gasto calórico é maior.
Enquanto você queima de 350 a 400 calorias em uma hora de caminhada, na corrida esse número pode aumentar para até 550 calorias.
Quem escolhe a caminhada também não faz mau negócio. Além de emagrecer, pode diminuir a gordura corporal, prevenir doenças coronarianas e controlar o colesterol.
É claro que você pode incrementar o seu treinamento e, mesmo caminhando, atingir resultados muito semelhantes aos resultados de um corredor. Basta inserir pequenos trechos de ladeiras durante o percurso ou até mesmo intercalar a caminhada com pequenos trotes.
É verdade que os corredores transpiram mais e acabam perdendo mais peso. Mas, quando perdemos líquido rapidamente, também o recuperamos rapidamente.
Por isso, nada de roupas quentes e pesadas. E nem mesmo pense em deixar de ingerir líquidos na esperança de baixar o ponteiro da balança após o treino. Essa ilusão pode acabar aos poucos com sua saúde.
Mantenha-se sempre hidratado. Leve consigo uma garrafinha de água ou bebida esportiva e use roupas leves, próprias para exercícios.
Lembre-se: entre corrida e caminhada, escolha sempre a prática que respeita os limites do seu corpo. Veja os benefícios que a corrida e a caminhada podem proporcionar ao organismo:

São apenas 20 ou 30 minutos de exercício para que o cérebro começe a liberar endorfinas, responsáveis por proporcionar a sensação de bem-estar.

No coração
O coração acelera e passa a transportar mais oxigênio, e o bater torna o órgão mais resistente, bombeando mais sangue para todo o corpo e fazendo com que o condicionamento cardiovascular melhore significativamente.

Na circulação
Com o coração funcionando em ordem, o oxigênio levado aos tecidos otimiza a função de todos os órgãos.

Nos músculos
A queima de gordura também acontece nos tecidos musculares, deixando-os mais enxutos e definidos.

Be Happy

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Planilha do Desafio ... "Corredor Emagrecendo"

Desde meados de Setembro, resolvi entrar no Desafio "#100dias" Corredor Emagrecendo, 12 semanas até o dia 31/12/2010 na 86ª Corrida Internacional de São Silvestre, onde os corajosos e determinados, enfrentarão os mais diversos desafios, como convites para churrascarias, Mac Donald´s, Milk Shake de Ovomaltine do Bob´s, Bombons, Batata frita e outras inúmeras tentações, por isso vamos acompanhar semanalmente esse Reality Show contra as gordurinhas que vieram durante o inverno.
Comecei meu desafio com 90Kg e a minha meta é 81Kg.
Realmente não é uma tarefa fácil, mas com os treinos, controle alimentar, e o apoio do pessoal # twittersrun @ twitersrun, vou fazer o meu melhor, para que também possa conseguir a minha meta junto a muito que tiveram esse mesmo propósito.
Na ultima semana engordei :( a balança não quer saber de mim ou melhor eu não quero saber dela, afinal peguei pesado, na comida, durante o feriado, o que me ocasionou um enorme prejuízo que só verifiquei a hora que montei meu pequeno gráfico em anexo.
Mas vou lutar, ainda não estou emagrecendo como eu queria, mas eu chego lá...

E vc o que está fazendo para emagrecer e ter saúde ?

Be Happy !

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Exercício funcional: para organizar o que a corrida desorganiza.

O ser humano talvez seja o animal que possua o movimento mais complexo, considerando ossos, músculos, articulações, eixos, alavancas que resultam na postura e movimentos de um bípede. Justamente por sermos dotados de inteligência é que ao longo do desenvolvimento motor, dependendo das influências sociais e prática ou não de diversas modalidades esportivas, as pessoas chegam na fase adulta com desvios diversos na coluna e cadeias musculares.
Corredores de longa distância também têm suas desordens musculares. Boa parte fica meio corcunda (cifótico), hiperlordótico e têm força desequilibrada nos músculos da coxa, podendo ocasionar, por exemplo, desvio de patela. Não é raro fundista reclamar de dores nas costas principalmente na região lombar. Horas de treinamento levam o corredor assumir postura inadequada. Na linguagem popular é quando dizemos que "o corredor sentou". As costas ficam curvadas, os braços arriados e os joelhos flexionados em angulação abaixo do normal.
Corredores treinam mesmo estando cansados, gripados e uma boa parcela volta a treinar antes de curar as lesões. Nossas fibras musculares têm capacidade limitada de cicatrizações e, claro, quanto mais lesões ao longo do tempo, mais encurtados ficam os grupos musculares acometidos. Essa também é uma das razões da queda de performance entre corredores mais velhos. A prática esportiva sem sombra de dúvida traz muitos benefícios à saúde, desde que praticada com orientação profissional e bom senso.
Por conta disso, existe um treinamento chamado funcional que visa justamente treinar aqueles grupos musculares ou mesmo pequenos músculos que servem de base para um determinado movimento. O corredor que apenas corre fortalece apenas os músculos atuantes no gesto esportivo, deixando os mais fortes cada vez mais fortes e os mais fracos cada vez mais fracos.
Um tipo de exercício atualmente trazendo bons resultados é feito com bola suíça, que trabalha a propriocepção, a correção postural, o fortalecimento muscular, o equilíbrio e o relaxamento. A bola, por fornecer superfície instável, acaba recrutando músculos estabilizadores mais profundos em qualquer exercício nela executado.
Várias modalidades esportivas, entre elas o futebol, estão descobrindo essa técnica que não é nova. Já existia na fisioterapia e agora popularizada nas academias tem colaborado com a redução do índice de lesões. Na musculação, por exemplo, as máquinas têm a vantagem de trabalhar isoladamente um grupo muscular, entretanto, exercícios para o mesmo grupo muscular quando executados com peso livre, na bola suíça ou com elásticos, recrutam mais músculos para manter o equilíbrio, a coordenação e estabilizar o movimento.

Vantagens do treinamento funcional para o corredor:

- Aperfeiçoamento do desempenho e eficiência do gesto esportivo.
- Melhora do equilíbrio e correção dos desvios musculares, reduzindo o índice de lesões.
- Melhora da coordenação motora.
- Recruta maior número de fibras musculares e unidades motoras.
- Desenvolvimento da consciência, controle do corpo e postura.

Por. Zé o Maratonista

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Corra para largar o cigarro

Foram mais de 20 anos e incontáveis cigarros fumados ao longo desse tempo. O currículo de um fumante experiente parece impossível de ser atualizado com doses diárias de saúde. Feliz engano.
Paralelo ao uso de adesivos de nicotina, tratamentos terapêuticos ou medicamentos mais agressivos, a corrida começa a ganhar o coração – e os pulmões – de quem deseja parar de fumar, ou manter-se na condição de ex-dependente do tabaco.
Em 2004, a empresa onde o contador A.C, 35 anos, trabalha, em São Paulo, resolveu patrocinar uma corrida de revezamento da capital paulista. Fumante há mais de duas décadas, a iniciativa corporativa despertou o interesse na modalidade, mas sem grandes pretensões. A.C montou um grupo de corredores e participou do evento.
A brincadeira foi interessante. O resultado, embora pífio, serviu de estímulo para querer mais. Em pouco tempo, o contador estava investindo boa parte das suas manhãs em treinos nos principais parques públicos da cidade. O cigarro continuou presente, mas, conforme o círculo de amigos saudáveis crescia, as tragadas diárias diminuíam.

Leia na Integra.....
Lívia Machado, iG São Paulo 20/09/2010 12:41

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Na repetição, a chave para melhorar a performance!

Quando se está correndo, é comum a sensação de que é impossível ir mais rápido. Isso é normalmente atribuído a fatores como o aumento da frequência cardíaca, acúmulo de lactato, falta de oxigênio nos músculos, desidratação etc. Será? Estudos têm demonstrado, cada vez com mais freqüência, que sempre existe uma reserva no organismo, ou seja, sempre é possível fazer um pouco mais. O motivo de existência desta reserva é preservar seu organismo contra cargas que possam ser perigosas demais.

Assim, seu cérebro faz com que você perceba como ‘máximo' um exercício que na verdade ainda não utilizou sua plena capacidade. Esta ‘reserva' metabólica possivelmente também é um resquício evolutivo, pois para o homem primitivo, ao final de uma caçada exaustiva sempre havia o risco de deparar-se com um predador. Nestes momentos de emergência é sempre importante não estar completamente esgotado, e nosso corpo parece ter evoluído muito bem neste sentido. Veja agora como se aproveitar deste conceito para melhorar sua corrida.

A existência de uma reserva metabólica implica no fato de que nossa performance nunca é máxima, apesar de ser percebida como se fosse. Dessa forma, é possível se trabalhar para diminuir o espaço que existe entre a performance que nós percebemos como máxima e nossa máxima real. A chave parece estar na repetição.

Realizar séries com distância, ritmos e pausas semelhantes parece não fazer diferença quando se pensa em treinamento por zonas de metabolismo. Se você está dentro da sua zona, está no caminho certo. Isto muitas vezes faz com que os corredores façam séries diferentes a cada semana, e o bom treinador algumas vezes fica conhecido como aquele que ‘inventa algo diferente a cada dia'.

ENSINADO O CORPO. Porém, dentro deste paradigma de sempre possuir uma ‘reserva' metabólica, fica evidenciada a importância da repetição de séries de treino. Isto porque seu corpo precisa ser ensinado a suportar um determinado nível de stress. Na primeira vez que seu organismo é submetido a um novo estímulo (digamos uma nova série de treino), tende a adotar uma política ‘conservadora' de esforço, aumentando sua percepção de esforço para evitar que uma carga desconhecida possa causar danos ao seu organismo.
À medida em que a série é repetida, seu cérebro passa a interpretar a carga como menos hostil, permitindo então que você se exercite em intensidades mais altas. Estudos mostram que indivíduos treinados, expostos a um novo tipo de exercício, melhoram constantemente de performance durantes as primeiras 3 ou 4 sessões em que repetem o esforço, sendo improvável que estas mudanças se devam a mudanças metabólicas no organismo. Ou seja, mesmo que o exercício seja percebido como máximo no primeiro dia, sempre existe uma reserva no organismo.

Conforme o organismo se expõe repetidamente ao mesmo stress (mesma série), passa a tolerar níveis mais elevados de distúrbio de sua homeostase, diminuindo os sinais de fadiga e permitindo que o corredor sinta-se mais confortável numa mesma velocidade ou então sinta o mesmo grau de desconforto, porém numa velocidade mais elevada.

Traduzindo isso para suas planilhas, o resultado parece ser que montar treinos ‘parecidos' entre uma semana e outra pode ser menos favorável do que montar treinos iguais. Explicando melhor, se um corredor pode precisar de até 3 ou 4 repetições da mesma carga para efetivamente chegar perto de seu potencial máximo consciente (aquém do máximo fisiológico, ver figura), faz sentido que este princípio seja utilizado.

Aplicando este princípio em seu treinamento, as semanas passam a ser mais semelhantes umas com as outras. Para evitar que o treino fique aborrecido, é possível criar blocos de duas semanas, por exemplo. Neste caso, a semana 3 seria uma repetição da semana 1 e a 4 uma repetição da semana 2. Este sistema pode ser utilizado até que se perceba uma estabilização da performance ao longo dos treinos. É importante atentar também para mudanças no volume semanal de treino, previstas na periodização. A repetição das séries principais pode ocorrer ao mesmo tempo em que os volumes totais de corrida são ajustados de acordo com a periodização do corredor.

Além disso, outra forma de potencializar seu treinamento utilizando este sistema consiste em adotar ritmos reais de prova como parâmetros para nortear sua variação de ritmos. Considerando que as séries sejam realizadas em seus ritmos projetados para provas, estes ritmos passam a ser cada vez conhecidos pelo seu organismo, permitindo assim uma percepção de esforço gradativamente mais baixa destas velocidades, além de todos os benefícios para sua mecânica de corrida provenientes da prática constante dos ritmos utilizados em prova.

O emprego de ritmos baseados em performance, e não em zonas fisiológicas, faz sentido dentro deste paradigma porque se considera que não existe uma limitação real, ou fisiológica, de nenhum sistema (respiratório, cardíaco etc) durante a corrida, não havendo então justificativas para utilizar zonas que visem a melhoria de sistemas específicos.

Treinar para ajustar sua percepção frente a novos ritmos e distâncias, de forma balanceada, irá automaticamente se reverter em benefícios para seu organismo, e estes irão possibilitar que você treine em cargas mais altas, sem que precise realmente se preocupar com zonas fisiológicas. Outro ponto em favor do treinamento baseado em ritmos, não em zonas fisiológicas, é que a definição destas ‘zonas' é muitas vezes nebulosa, e tem sido cada vez mais atacada pela literatura científica, enquanto o ritmo de provas é indicador real e confiável de sua capacidade como corredor.

O próximo passo agora é maximizar a utilização de suas reservas fisiológicas durante a competição, ponto que iremos tratar em junho, após a cobertura da Two Oceans Marathon, na revista de maio, direto da linha de chegada!

MONITOR CARDÍACO: ALIADO OU INIMIGO?

O uso de monitor de freqüência cardíaca está bem difundido entre corredores. Ele é empregado para se correr dentro de determinada zona de batimentos por minuto (bpm), e não por ritmo (velocidade), como defende este artigo. Nesse sentido, cabe aqui a seguinte avaliação desse acessório:

ALIADO:

- Corredores com problemas cardíacos (sempre): possibilita um treinamento mais seguro, garantindo que frequências críticas nunca sejam atingidas.

- Corredores saudáveis (treinos): indicador de melhoras ao longo do tempo. É possível criar uma série padrão, digamos correr 4 km em 20 minutos, e comparar a frequência nesta série ao longo das semanas. Uma diminuição da FC é um bom sinal, ao contrário de um aumento consistente ao longo do tempo.

INIMIGO

- Corredores saudáveis (provas): diversos fatores podem influenciar a frequência cardíaca ao longo de uma corrida. Se prender ao monitor nesta hora é certeza de sub aproveitamento de sua capacidade física. Além disso, o alarme do equipamento (ao se ultrapassar o limite definido) desconcentra não só você, mas quem estiver à sua volta.

- Corredores saudáveis (treinos): a utilização de zonas e alvos pelos frequencímetros é baseada em fórmulas e equações genéricas, que apesar de estarem evoluindo, ainda são muito menos sensíveis do que você mesmo para dizer quando você está ou não cansado. A grande variação de frequência cardíaca entre indivíduos e num mesmo sujeito ao longo do tempo também prejudica a precisão deste método.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Cena da II Corrida pela inclusão Social

A imagen vale muito.
II Corrida pela Inclusão Social, no feriado de 07 Setembro 2010, em Copacabana - Rio de Janeiro.


Be Happy

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Atletismo Consciente

Desde que adaptada as capacidades e condições físicas de cada indivíduo, a atividade física regular traz muitos benefícios para a saúde e o bem-estar, permitindo uma melhor qualidade de vida e prevenção de doenças como a diabetes, hipertensão, obesidade, etc. Entretanto, quando praticada sem orientação de profissional qualificado e sem regras, pode ser prejudicial e provocar lesões.(1) Cada vez mais um número maior de adeptos de todas as faixas etárias, vem participando de esportes competitivos nos mais variados níveis; o que eleva o número e os tipos de lesões muscolo-esqueléticas
O atletismo, em especial a corrida, é um esporte que vem aumentando o número de praticantes em grande proporção, podendo ser constatado pelo crescimento de eventos. (2)
O atletismo é considerado um esporte de alto risco para lesões desportivas, (9) por exibir uma variedade de características biomecânicas, o que proporciona lesões comuns e específicas a cada modalidade. (7,9) A corrida em velocidade é quem oferece o maior índice de agravos. (9)
Para evitar lesões musculares neste tipo de esporte é necessário a avaliação do indivíduo, da superfície da prática esportiva, do clima, da freqüência, do treinamento desportivo e suas características adaptativas. (2,9)
As lesões podem ser divididas em lesões traumáticas (causas externas), resultando em contusões; e lesões internas, onde a própria força muscular é o agente traumático (contração exagerada ou descordenada), que vão desde leves distensões até estiramentos, podendo promover inclusive a ruptura total do músculo. (2)
Os mecanismos de lesões podem ser representados pela tabela abaixo:


Tabela 1. Mecanismos das Lesões Desportivas (2,3)

Contato: contato traumático, choque de um atleta com o outro ou do atleta com alguma superfície;
Sobrecarga Dinâmica: lesão de uma deformação causada por tensão súbita e intolerável, ruptura aguda de um tendão ou um estiramento muscular;
Excesso de uso ou sobrecarga: somatório de tensões ou pressões repetidas e não resolvidas em determinado tecido, aplicação de cargas cíclicas ou do excesso de treinamento;
Vulnerabilidade estrutural: fadiga e eventual insuficiência/falha do tecido, secundária à sobrecarga, tensão ou estresse excessivo;
Falta de flexibilidade: músculo sem flexibilidade fica mais vulnerável a tensão;
Desequilíbrio muscular: relacionado a falta de flexibilidade, utilização de musculares impróprios;
Crescimento rápido: criança ou adolescente em crescimento que pratica esportes. Desequilíbrio e flexibilidade muscular com maturação do esqueleto.

Um estudo feito por Laurino e cols, em 2000, mostrou que as regiões do corpo mais acometidas são a coxa (53,3%), seguido pelo joelho (17,5%), tronco e membros superiores (11,7%), tornozelo e pé (9,1%) e perna (8,3%). As lesões musculares mais comuns são: músculos isquiotibiais (60,4%), músculo quadríceps (19,8%), músculos adutores da coxa (4,4%), músculos da perna (5,5%), músculos dos membros superiores (6,6%) e músculos do tronco (3,3%). Este estudo ainda afirmou que houve um predomínio das lesões em atletas com idade igual ou superior a 20 anos. (7)
Leite e Neto em 2003, também constataram que os membros inferiores são os mais lesionados, em especial a coxa, tornozelo, pé e perna, panturrilha. Destacaram-se as tendinopatias e a distensão muscular, e outro problema observado foi a periostite ("Canelite").
Esta maior exigência aplicada aos membros inferiores durante as provas de velocidade e explosão muscular - situações que exigem grande velocidade, aceleração e força - pode resultar no aparecimento de lesões agudas ou crônicas. (7,9)
Em especial, a atividade prolongada dos músculos isquiotibiais (60,4% dos casos) reflete sua importância para a corrida. A tensão na unidade musculotendínea está relacionada ao comprimento do músculo (componente passivo) e a sua atividade contrátil (componente ativo). O aumento destes componentes durante a corrida e o salto pode causar tanta tensão na unidade miotendínea, que tem como resultado os mais variados graus de lesões. Existem muitos estudos em relação aos fatores que desencadeiam as lesões, como: a anatomia biarticular, o aumento de fibras do tipo II, o desequilíbrio de forças em relação ao músculo quadríceps, "aquecimento" e "alongamento" muscular inadequados, além das dificuldades em flexibilidade e coordenação neuromuscular. As lesões nos isquiotibiais, por gerarem dor associada à perda de força e coordenação, retardam o retorno ao treinamento, além de apresentar alta taxa de recorrência. (7)
A fisioterapia aplicada à área desportiva é responsável não somente ao tratamento do atleta lesionado, mas também à prevenção das lesões. A prevenção eficaz deve ser realizada com base no levantamento dos fatores de risco de cada modalidade esportiva. (4)
O atletismo por ser um esporte que exige muito do físico do atleta, depende de treinamentos eficazes para suportar esta exigência sem a ocorrência de lesão. A melhor maneira de evitar a lesão é a prevenção por tratamento personalizado elaborado por especialistas qualificados, utilizando como recursos: locais adequados, equipamentos. etc. (5)
Além destas medidas, um outro tratamento fundamental é o alinhamento e conscientização postural, evidenciamos que a incidência de lesões esportivas estão diretamente relacionadas com alterações posturais presentes nos atletas (6,8); os músculos trabalham em conjunto, qualquer alteração postural causará a retração de suas cadeias musculares posturais e vice-versa, e qualquer agressão nestas cadeias causará um alteração de desalinhamento ósseo. (6)A exposição aos riscos constantes do atletismo chama atenção para a necessidade de controlar e prevenir as lesões desportivas, para que haja a melhora do desempenho e a manutenção da saúde do atleta. O atletismo consciente previne lesões, proporcionando a melhora da saúde e bem-estar

DICAS PARA PREVENÇÃO DE LESÕES ESPORTIVAS

Prevenir é o melhor tratamento, alguns cuidados podem ser adotados:

1 - Alongamento e aquecimento antes da atividade física;
2 - Mobilize e aqueça as articulações e ligamentos;
3 - Evite esforço em exagero;
4 - Usar calçados adequados;
5 - Evite asfalto e concreto, dê preferência a locais planos e macios;
6 - Respeite o período de repouso;
7 - Beba líquidos em pequenas quantidades várias vezes;
8 - Tenha um plano de nutrição com especialista da área;
9 - Realize exames médicos periódicos;
10- Procure um fisioterapeuta para avaliar sua postura e fornecer as orientações necessárias.
Be Happy